A European Best Destinations, que já tinha premiado a cidade do Porto como "Melhor Destino Europeu" em 2014, revelou no seu site o ranking dos 15 mais belos castelos europeus. O Castelo alemão de Neuschwanstein (em 2º lugar), ou aqui mesmo aqui ao lado o Alcázar de Segóvia (em 3º lugar). Figuram no topo da classificação, mas o primeiro lugar é do Palácio da Pena de Sintra (também conhecido por Castelo do Palácio da Pena).

Em referência à distinção do monumento português, a European Best Destinations descreve no seu site o seguinte: "Localizados na serra de Sintra, o parque e palácio da Pena são fruto do génio criativo de Dom Fernando II (…).

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É o expoente máximo do romantismo do séc. XIX em Portugal, denotando claras influências arquitectónicas manuelinas e mouriscas"

É ainda dito no website daquela entidade o seguinte: "o palácio foi construído de forma a poder ser visto de qualquer ponto do parque", que é de acordo com o mesmo, composto por "floresta e jardins luxuriantes com mais de 500 espécies diferentes de árvores vindas dos quatro cantos do planeta".

Esta lista integra ainda (por esta ordem a partir do 4º lugar): Castelo de Hohenzollern (Alemanha), Walzin (Bélgica), Eltz (Alemanha), Chambord (França), Culzean (Escócia), Eilean Donan (Escócia), Windsor (Inglaterra), Corvin (Roménia), Trevarez (França), Hohenwerfen (Áustria), Bran (Roménia, mais célebre como o "Castelo de Drácula") e Schwerin (Alemanha).

Esta organização também está promover uma votação para escolher o melhor Destino Europeu do Ano.

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Lisboa é uma das candidatas.

Palácio da Pena - Origens

Inicialmente, durante o reinado de D. João II, naquele local foi fundada na década de 80 ou 90 do século XV, uma capela em honra da Nossa Senhora da Pena.

D. Manuel I, para cumprir a palavra que tinha dado a um compromisso feito com Deus e com Santos, no século XVI, mandou reconstruir a dita capela. Ofereceu-a à Ordem de São Jerónimo, mandando conceber um convento feito de... madeira. Mais tarde, este mesmo monarca decidiu efetuar mais uma alteração: o edifício foi erguido em pedra, com condições para instalar os 18 monges.

No século XVIII, a sacristia, a torre, e a capela sofreram sérios prejuízos devido à queda de um raio. A tragédia foi ainda maior com o terramoto ocorrido em 1755 em Lisboa. Praticamente todo o convento foi destruído.

No século XIX, D. Fernando II, o esposo da rainha (por descendência) D. Maria II, decidiu em 1838 adquirir o convento, e a zona que o envolve (onde se integravam: floresta, quintas, e o Castelo dos Mouros).

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Tinha como objetivo fazer do imóvel o seu local de habitação durante a altura de Verão. Assim, deu ordens para várias obras de renovação. Os trabalhos duraram poucos anos. Em 1847, D. Fernando II via o seu desejo praticamente concluído.

Este palácio foi o primeiro elaborado em estilo Romântico. É um das mais importantes símbolos representativos deste estilo, no mundo.

Os últimos reis que habitaram o palácio foram D. Manuel II e a sua mãe D. Amélia.

Este monumento é uma das 7 maravilhas nacionais (desde 7 de julho de 2007). #Turismo