O homem que é suspeito de ter matado, a tiro de caçadeira, um idoso de 73 anos em A-dos-Pretos, na freguesia da Maceira, no concelho de Leiria, foi capturado pela GNR cerca de três horas depois. Estava a cerca de 300 metros do local do #Crime e no momento de detenção não ofereceu resistência. A GNR, que já o tinha referenciado por outras ocorrências, considera-o uma pessoa conflituosa. O homem, de 45 anos, foi entregue à Polícia Judiciária no âmbito da investigação que está a desenvolver com vista a apurar as razões do homicídio.

O alerta foi dado poucos minutos das 19 horas desta segunda-feira, 27 de Abril, para um terreno agrícola naquela localidade do concelho de Leiria. Quando os bombeiros chegaram ao local encontraram Ilídio Pedro, reformado e manobrador de máquinas agrícolas, alvejado com tiros de caçadeira. Ainda lhe foram prestados os socorros e activada uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Instituto Nacional de Emergência Médica, mas o homem acabaria por não sucumbir aos ferimentos.

O presumível autor dos disparos foi identificado pela GNR como sendo Pedro Cipriano, conhecido na aldeia como o "Pedro Maluco". Foi montada uma operação de caça ao homem. Uma acção que envolveu "38 militares da GNR, dos quais sete oficiais e cinco sargentos, dois binómios (homem-cão), e meios do pelotão de intervenção, da investigação criminal e do destacamento territorial", segundo informou o tenente-coronel Carlos Ramos, relações públicas do Comando Territorial de Leiria.

O suspeito da autoria do crime viria a ser detido pouco depois das 21:30 horas do mesmo dia, sem oferecer resistência, e a cerca de 300 metros do alegado local do crime e a 500 metros da sua residência, onde vivia com a mulher e uma filha. Estava numa área florestal, deitado no chão com uma caçadeira, presumindo tratar-se da arma que terá usado para disparar sobre a vítima.

Tal como tinham avançado alguns populares, o tenente-coronel Carlos Ramos esclarece que o suspeito, de 45 anos, será "uma pessoa conflituosa" mas "não ofereceu qualquer resistência" no momento da sua captura pelos militares da GNR. Será entregue à Polícia Judiciária, autoridade que está a desenvolver a investigação competente e que o deverá apresentar ao juiz de instrução criminal para aplicação das medidas de coacção.