A Guarda Nacional Republicana (GNR) montou uma operação de captura do alegado autor do homicídio que vitimou um homem de 73 anos de idade na freguesia da Maceira, no concelho de Leiria. A vítima estava reformada e terá sido assassinada com um ou mais disparos de caçadeira. O #Crime que ocorreu em A-dos-Pretos estará relacionado com uma discussão sobre uns terrenos agrícolas e o suspeito, já identificado como sendo um homem de 45 anos, já estava referenciado pelas autoridades. Os habitantes dizem que o suspeito é uma pessoa problemática.

O alerta chegou ao Comando Distrital das Operações de Socorro (CDOS) de Leiria poucos minutos após as 19 horas de hoje, segunda-feira 27 de Abril. Quando os 19 bombeiros, auxiliados por nove veículos, chegaram ao local, um terreno agrícola, encontraram a vítima com sinais de ter sido alvejada a tiro de caçadeira. Ainda foi accionada uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Instituto Nacional de Emergência Médica, mas o óbito acabou por ser declarado. A GNR tomou conta da ocorrência e solicitou a presença da Polícia Judiciária que ficou encarregue de investigar o crime.

Segundo alguns populares, que se começaram a juntar na zona, em causa estará uma alegada discussão relacionada com a posse de terrenos. O suspeito, considerado uma pessoa problemática e já referenciado pelas autoridades em outras ocorrências, colocou-se em fuga, o que fez com que fosse montado uma operação policial com vista a localizá-lo.

A-dos-Pretos é uma localidade da freguesia da Maceira, freguesia esta que conta com cerca de 10 mil habitantes. A autarquia constitui um núcleo industrial que teve origem na criação de uma fábrica de cimento inaugurada em 1923.

Em declarações à agência Lusa, após ter tido conhecimento do homicídio de hoje, o presidente da Junta de Freguesia, Vítor Santos, adianta que a vítima mortal foi alvejada com uma caçadeira num terreno agrícola, junto ao talho do qual era proprietário. O homem estava reformado e trabalha com máquinas agrícolas. Segundo o autarca, a zona é habitada por uma "comunidade pacífica" pelo que "nada fazia prever este desfecho".