Numa aldeia da Batalha, um homem de 65 anos foi acusado de ter abusado de um menino de 13 anos. A criança encheu-se de coragem e contou à mãe os abusos que estava a sofrer há algum tempo. Depois de denunciado o caso à polícia, o tribunal deixou o homem em liberdade, mas obrigou-o a sair da aldeia onde residia, perto da vítima dos seus abusos. Aconteceu na última semana e o caso foi resolvido pela Polícia Judiciária de Leiria. 

Tudo começou há uns meses, quando este homem começou a convidar o menino para ir a sua casa. E no início ninguém estranhava, até porque o agressor sexual não tinha qualquer antecedente que pudesse indiciar semelhante #Crime. Como eram vizinhos, todos aceitavam e consideravam normal que o menino visitasse o homem, muito bem visto por toda a população, como conta o Correio da Manhã.

O homem trabalhava como funcionário administrativo e não levantava suspeitas. E foi por aí que começaram os abusos ao menino. Primeiro na casa do agressor e depois chegou mesmo a abusar do menino na rua. Os episódios prolongaram-se por vários meses, até que a criança ganhou coragem e denunciou o caso à mãe. Foi na última semana e a Polícia Judiciária de Leiria deteve este homem na última quarta-feira, dia 9 de Setembro. Mas durou pouco a privação de liberdade para este homem. No dia seguinte foi presente a tribunal e foi imediatamente libertado. 

Apesar dos abusos sexuais ao menor, o agressor foi posto em liberdade, ficando obrigado a sair da localidade onde vivia, na Batalha, tendo que se mudar para outro lugar. Está também proibido de se aproximar ou de contactar quer o menino, quer a mãe que denunciou o caso à polícia. Terá ainda que se apresentar periodicamente às autoridades locais. 

Por não ter qualquer registo no cadastro, nem antecedentes criminais, o tribunal teve esta decisão, mas o caso deverá continuar a ser investigado, a fim de confirmar que o homem não continua com os abusos a menores.

O que acham? Não se aproximar da vítima é castigo suficiente para punir abusos sexuais? Deixem os vossos comentários na caixa abaixo.  #Justiça