Um trabalhador de uma empresa de extracção de inertes sofreu ferimentos graves quando estava a operar uma máquina de lavagem de produto. A vítima, de 24 anos, ficou com um braço amputado depois daquele membro ter ficado preso no equipamento. O acidente ocorreu neste sábado, 11 de Fevereiro, no concelho de Óbidos. O ferido foi transportado num helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (#INEM) para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Desconhecem-se as circunstâncias em que aconteceu o acidente de trabalho ocorrido pouco antes das 12:30 horas numa empresa de extracção de inertes localizada na Praia d’El Rei, freguesia de Amoreira, no concelho de Óbidos, distrito de Leiria.

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Júlio Manuelito, Adjunto de Comando do Corpo de #Bombeiros Voluntários de Óbidos, explicou aos jornalistas que a vítima estaria a “manusear” um equipamento de lavagem de inertes, quando “ficou com o braço preso”. O membro superior acabaria por ser amputado, por acção do próprio equipamento que estaria a operar. O mesmo operacional disse, também, desconhecer os pormenores em que terão ocorrido aquele #Acidente de Trabalho.

André Mateus, de 24 anos, foi socorrido pelos bombeiros e pelos socorristas do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), mas tendo em conta a gravidade dos ferimentos, viria a ser transportado através de um helicóptero do INEM para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa. De acordo com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), nas operações de socorro estiveram envolvidos 12 meios humanos auxiliados por cinco veículos.

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O acidente foi registado pelas respectivas autoridades, devendo a investigação sobre as circunstâncias em que ocorreu ficar a cargo dos inspectores da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), tendo em conta tratar-se de um acidente de trabalho, ocorrido nas instalações de uma empresa, na qual a vítima era trabalhador. Uma entidade que tem em curso a realização de uma campanha com vista à redução dos acidentes de trabalho. Uma iniciativa que procura sensibilizar entidades empregadoras, trabalhadores e sociedade civil em geral, para uma “cultura de prevenção”.