O #Incêndio que deflagrou hoje, dia 12 de agosto, ao início da tarde junto ao Aeroporto da Portela em Lisboa já foi dominado. Apesar de ter ocorrido nas imediações do aeroporto, nenhum dos voos foi afectado. De acordo com as autoridades no local não há também vítimas a registar. Contudo, os trabalhos de rescaldo irão prolongar-se durante toda a noite.

O alerta dado por volta das 13h13 anunciava um incêndio nas imediações do Aeroporto da Portela. Começou num terreno na Charneca do Lumiar e rapidamente atingiu um armazém com produtos inflamáveis. Durante algum tempo chegou a temer-se o pior, quando se soube que nos armazéns havia “um depósito com cinco mil litros de combustível”, tal como escreve o Observador, que cita uma fonte do Regimento de Sapadores #Bombeiros.

Cerca de duas horas mais tarde o incêndio foi dominado, apesar de ainda se manter em fase de rescaldo. As operações aéreas não foram afetadas, mas os bombeiros do aeroporto estavam preparados para qualquer eventualidade. Segundo o que uma fonte do gabinete de imprensa da ANA – Aeroportos de Portugal declarou ao Observador, ainda durante o incêndio, “a altitude a que passa a coluna de fumo” não irá afectar a visibilidade, acrescentando ainda que “não há para já quaisquer quedas de partículas, daí a ausência de constrangimentos”.

Já com o incêndio dominado, o Jornal de Notícias deu conta das declarações do comandante do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, Pedro Patrício, que afirmou que “o incêndio está controlado, não houve pessoas afectadas e não há qualquer risco de explosão”, nem mesmo tendo em conta a proximidade de um depósito de combustível subterrâneo no armazém que ardeu.

Os Sapadores de Lisboa tiveram no local 11 viaturas de combate e outras seis de apoio e 69 operacionais. O rescaldo vai manter-se durante toda a noite, uma vez que é preciso proceder à desmontagem de todos os materiais e equipamentos do armazém. Contudo, o fumo continuará a ser visível por mais algumas horas, uma vez que, como assegura Pedro Patrício, ainda há material que terá de arder por si, mas sem motivos para alarme.