No passado domingo, dia 21 de setembro, um grupo de 8 neonazis atacou quatro populares que estavam no Rossio, em Lisboa, por volta das 18h30. Segundo avança o site “Notícias ao Minuto”, o grupo de skinheads começou por atacar uma pessoa que, ao ouvir frases de ordem contra os refugiados, lhes chamou fascistas. Depois disso, mais três cidadãos se seguiram, sendo um deles uma pessoa idosa, que teria um autocolante da CDU e que teria estado num comício do partido no Coliseu dos Recreios. Os suspeitos ainda estão por identificar.

No domingo, uma #Manifestação convocada através do Facebook reuniu um grupo de cerca de 50 pessoas à frente da Assembleia da República. Segundo informa o site “Notícias ao Minuto”, grande parte dos manifestantes exibia t-shirts contra a vinda de refugiados para Portugal. A dado instante, ouviu-se um grupo a cantar o hino nacional, ao mesmo tempo que estendia o seu braço, fazendo a saudação nazi.

Terá sido depois dessas manifestações que os incidentes ocorreram. Ao mesmo tempo que a manifestação contra os refugiados ocorreu, foi organizado um comício no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Ora, a dada altura, um grupo de 8 neonazis ter-se-á cruzado com alguns militantes da CDU que, ao ouvirem palavras de ódio contra os refugiados, terão chamado fascistas ao grupo de skinheads. Estes imediatamente atacaram um homem em plena rua do Rossio, deixando a vítima com graves hemorragias internas, apesar das tentativas de imobilização dos agressores.

Outras duas pessoas terão também sido vítimas das bárbaras agressões do grupo de neonazis, que só descansaram depois de agredirem um idoso indefeso, que alegadamente possuía um autocolante da CDU, como avança o site “Notícias ao Minuto”. De acordo com o mesmo site, estes confrontos por causa dos refugiados não são novidade em Lisboa, visto que há pouco mais de uma semana, durante uma manifestação de apoio à chegada dos refugiados da guerra na Síria, vários militantes do PNR atacaram e atiraram objectos ao grupo de manifestantes, tendo somente sido parados com a intervenção massiva das autoridades locais.   #Violência