A #Polícia Judiciária concluiu a investigação relativa ao achado de um cadáver, em adiantado estado de decomposição, no passado mês de Outubro no concelho de Coruche. Trata-se de um jovem de 26 anos que terá sido assassinado, com uma arma de fogo, por um outro rapaz um ano mais novo. Os investigadores acreditam que o #Crime terá sido cometido no início de Agosto no concelho de Sintra. O alegado homicida foi detido, estando indiciado pela prática de crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver e posse de arma proibida.

O caso remonta a 26 de Outubro passado quando foi encontrado num local isolado na localidade de Couço, no concelho de Coruche, o cadáver de um indivíduo do sexo masculino, em avançado estado de decomposição. Uma vez que não possuía qualquer elemento de identificação, os investigadores da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo da Polícia Judiciária conseguiram identificar o corpo, como sendo de um jovem de 26 anos, através de uma tatuagem que tinha no antebraço.

As diligências policiais realizadas levaram os inspectores até um outro jovem, de 25 anos. No passado dia 22 de Dezembro, a Polícia Judiciária emitiu um comunicado à imprensa dando conta da detenção daquele suspeito, sobre o qual recaem fortes indícios como sendo o autor dos “crimes de homicídio qualificado na forma consumada, profanação de cadáver e detenção de arma proibida”.

Segundo revela aquela polícia criminal, o crime terá ocorrido no dia 9 do passado mês de Agosto, no concelho de Sintra. Os dois jovens eram conhecidos e durante uma discussão, o suspeito terá disparado uma arma de fogo contra a vítima, tirando-lhe a vida. Depois, colocou o corpo no interior de um automóvel e transportou-o até um local ermo da localidade de Couço, no concelho de Coruche, onde o abandonou e o ocultou, não deixando qualquer elemento que permitisse uma fácil identificação.

No mesmo comunicado à imprensa, a Polícia Judiciária refere que o detido possui um vasto cadastro criminal, com registo de crimes de várias naturezas, como viciação e tráfico de veículos automóveis, posse de arma proibida e falsificação e contrafacção de documentos. Por outro lado, sobre o mesmo recaem outros factos ilícitos, como cerca de duas dezenas de assaltos à mão armada, em co-autoria, cometidos durante os últimos meses a vários estabelecimentos comerciais na região de Lisboa.