Uma menina de 11 anos, aluna do 6º ano de escolaridade da Escola Básica 2,3 D. Pedro IV, em Monte Abraão (Queluz) morreu na sequência de uma queda no refeitório da escola. A aluna estava internada desde a passada segunda-feira, dia 25 de Janeiro, no Hospital de Santa Maria. Num comunicado, o Ministério da #Educação diz que está a desenvolver diligências no sentido de apurar as causas da morte. Por sua vez, o Agrupamento de Escolas Miguel Torga, a que pertence aquele estabelecimento de ensino, afirma que a criança morreu ao final do dia de quinta-feira, dia 28, “na sequência de um acontecimento repentino ocorrido na escola”.

Desconhece-se ao certo o que terá acontecido para que a menina tenha caído inanimada no refeitório da escola, cerca das 15 horas da passada segunda-feira, dia 25 de Janeiro. Há quem afirme que a aluna estaria a brincar com uma colega, tendo chocado com uns cacifos e caído. Mas há também quem refira que a criança caiu na sequência de uma agressão.

O que se sabe é que a aluna foi assistida de imediato por uma professora da Educação Física, que iniciou manobras de reanimação até à chegada dos #Bombeiros da Corporação de Queluz e dos socorristas do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). O Ministério da Educação refere, num comunicado, que a menina foi transportada de urgência para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Já a direcção da escola, através também de um comunicado, informa que a aluna morreu “na sequência de um acontecimento repentino ocorrido na escola”, designadamente “durante o primeiro intervalo da tarde de segunda-feira”.

A escola refere ainda que se tratava de uma “criança doce, simpática, boa colega, divertida e feliz”, para além de ser uma estudante “responsável, empenhada e bem-comportada”. Após o anúncio do falecimento, a mesma escola decidiu colocar as bandeiras a meia haste e realizar um minuto de silêncio, em memória da criança. O gabinete do ministro Tiago Brandão Rodrigues garante que está a acompanhar “as diligências para apurar as causas da morte”, adiantando que os colegas da menina e os familiares estão a ser apoiados pela direcção da escola, assim como pela psicóloga do Agrupamento de Escolas.