A 26ª edição da meia maratona de Lisboa contou com a participação de quase 40 mil pessoas, incluindo profissionais quenianos que dominaram a prova. Às 10h30 da manhã de ontem, 20 de Março, as pessoas já se juntavam na ponte 25 de Abril para percorrer os 21 quilómetros da meia maratona de Lisboa. Mesmo antes do tiro de partida, muitos participantes já se encontravam com energia reforçada.

A corresponde da SIC presente no local perguntou aos participantes qual seria a média de tempo esperada para que terminassem a prova com sucesso e um deles disse "meia hora", embora as suas feições mostrassem que talvez pudesse levar mais tempo a terminar a prova. Alguns dos entrevistados disseram que um dos traços que mais cativa a sua atenção e gosto pela prova é o convívio e que o evento "é uma festa". 

Apesar da distância do percurso, cada vez há mais participantes de primeira viagem nesta prova e estes não se mostraram nada amedrontados pelo caminho que tinham pela frente, uma vez que o maior objectivo é passar pela tão esperada meta, nem que seja a andar, levando o tempo que fosse necessário. 

Durante a reportagem realizada pela SIC, os participantes iam parando para tirar fotografias a uma das paisagens do país que muitos descreveram como "muito bonita".  

Entre os profissionais encontravam-se a etiópe Ruti Aga e o queniano Sammi Kitwara, que venceram a prova. Entre os participantes portugueses, Sara Moreira foi a primeira a terminar a prova, posicionada no 5º lugar. Samuel Barata ocupou o 16º lugar nos masculinos. 

Na edição do ano passado, a atleta portuguesa Sara Moreira tinha participado e conseguiu bater o seu recorde pessoal, ao terminar o percurso em 1 hora, 9 minutos e 18 segundos, depois de ter recuperado aos 20 quilómetros e ultrapassado a maratonista queniana Priscah Jeptoo. 

A organização deste evento, que partiu de uma ideia de invadir a capital portuguesa por pessoas anónimas e fazê-las desfrutar de forma completamente diferente os lugares que habitualmente são tomados por automóveis, tem ligações com empresas como a CP e a Fertagus, de modo a facilitar o transporte dos participantes.  #Atletismo #Vida Saudável