No passado dia 15 de maio, sexta-feira, uma menina de 8 anos foi projetada para a via rápida na zona do Caniço, na ilha da Madeira, quando brincava num insuflável de um restaurante, enquadrado num parque de estacionamento. A menina ficou gravemente ferida segundo os bombeiros da Equipa Médica de Intervenção Rápida (EMIR). A criança esteve internada no hospital do Funchal, nos Cuidados Intensivos, em observação devido ao prognóstico bastante reservado. Mais informações surgiram durante o dia de hoje, 16 de maio, Sábado, onde alguns populares afirmavam que a criança já teria falecido, o que acabou por ser confirmado há pouco pelo hospital, ao afirmar que a esta teria falecido por volta das 14 horas do mesmo dia.

O insuflável, onde a criança brincava, ter-se-á soltado devido às condições atmosféricas, cujo vento forte se fazia sentir na zona, tendo a menina sido projetada para a via rápida. O EMIR esteve no local e comunicou que a criança teria ficado poli-traumatizada e inconsciente, após o incidente que está a chocar a população madeirense. O vento forte que se fazia sentir naquela zona fez com que o insuflável se desprendesse de uma forma inesperada, acabando a menina por sofrer uma queda de uma altura a rondar os 8 metros.

Os pais e a família ainda não prestaram qualquer declaração em relação a este insólito caso que foi de todo inesperado. Em entrevista à TSF-M, o diretor clínico do hospital, João Manuel Rodrigues, havia declarado o seguinte: ''A criança mantém-se internada nos cuidados intensivos do Funchal, num estado muito crítico e acompanhado pelas equipas médicas recebendo os cuidados necessários''. Afirmava ainda que ''É um estado muito crítico, com um prognóstico muito reservado.''

Vários populares alegam que o insuflável já se encontrava posicionado de uma forma perigosa, sendo que a vedação encontrava-se torta, que muitos consideravam ser também perigoso. O dono do restaurante não quis prestar declarações, afirmando apenas que a criança estava acompanhada dos pais e que o insuflável estava preso ao chão. #Casos Médicos