Através dos séculos vimos passar uma grande trajetória de governos em nosso Brasil. Primeiro, foi instaurada a independência do Brasil, em monarquia livre de Portugal, que começou com D. Pedro I e continuou com seu filho, D. Pedro II. No final do século XIX, o Brasil se tornou uma república. Sendo república, passou-se a entender que há um estado democrático. O Brasil tem voz e sabe de seus direitos.

No entanto, o que aconteceu nos últimos dias, foi uma luta que ainda continua por uma mudança que já deveria ter acontecido em nosso país: a mudança da forma como a política é tratada no que diz respeito ao povo. Com o fim da ditadura militar, o Brasil passou por mudanças.

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Nos primeiros governos houve a mudança da moeda. Nos últimos governos, houve mudanças que eram necessárias para a época. A dívida externa foi paga, houve programas sociais, etc. No entanto, o povo veio percebendo algo que não é comum acontecer: corrupção. O povo foi à rua para lutar pelos seus direitos. Se houve alguma coisa feita naquela época, como em outras épocas de outros governos, não se sabe.

A eleição chegou e o mesmo povo que lutou e reivindicou mudanças drásticas, ficou dividido entre dois tipos de governos: um que diz ser socialista e um trabalhista. O problema é que a corrupção existiu nos dois tipos de governo, mas o que dividiu o povo foram as atitudes tomadas por cada governo, diante desse problema. Um "engavetava" o problema enquanto que o outro não media esforços por desmascarar corruptos, independente de partido político.

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A verdade é uma só: o povo não é bobo.Não quer só que corruptos sejam desmascarados, mas que a corrupção seja totalmente banida.

Mas como fazer isso? Esse é o dilema que os governantes no geral deverão lutar para que acabe. Pois se não o fizerem, o povo o fará, de uma forma mais drástica ainda: a cassação dos corruptos através da luta do povo indo à rua. Há muito o que mudar no Brasil, mas, para que outras mudanças aconteçam, como na área da saúde, por exemplo, é preciso acabar com a corrupção, independente de quem o faça: se os políticos ou o próprio povo. O fato é que o povo não acredita mais em promessas. O povo se conscientizou e quer mudanças.