Os Estados Unidos procuram construir uma relação positiva, cooperativa e abrangente com a China. A expansão das áreas de cooperação e a abordagem das áreas de desacordo, como os direitos humanos, são uma prioridade da administração americana. Os Estados Unidos saúdam uma China forte, pacífica e próspera, que possa ter um papel maioritário nos assuntos mundiais e que visa promover a cooperação para construir uma parceria baseada no benefício e no respeito mútuos. O Diálogo Estratégico e Económico anual (S&ED) tem servido como plataforma única para promover o entendimento bilateral, ampliar o consenso, discutir as diferenças, melhorar a confiança mútua e aumentar a cooperação entre os dois Estados.

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A faixa estratégica da S&ED produziu benefícios para ambos os países através de uma ampla gama de projectos e iniciativas conjuntas, que permitem enfrentar os desafios comuns, regionais e globais, como a preocupação com a proliferação de armas de destruição maciça no Irão e na Coreia do Norte, o conflito entre o Sudão e o Sudão do Sul e as mudanças climáticas. Os Estados Unidos têm enfatizado a necessidade de aumentar a confiança bilateral por meio do aumento de intercâmbios de alto nível e diálogos formais frequentes. A abordagem que os Estados Unidos da América têm para com a China é parte integrante do revigorado envolvimento dos EUA com a Ásia e com o Pacífico.

Conclusão:

- Desde a segunda Guerra Mundial que os Estados Unidos da América têm vindo a ser a única potência mundial com capacidade de se afirmar no sistema internacional sem sofrer com isso qualquer represália por parte de outro Estado. 
- Depois da segunda Guerra Mundial e até 1960 os Estados Unidos da América continuaram a ser a potência dominante do sistema internacional. Após 1960 e até 1991 este sistema viu-se dividido entre o Capitalismo Americano e o Comunismo Soviético 
- A China é um Estado com o qual os Estados Unidos mantêm uma relação de conveniência muito volátil.

É perigoso menosprezar as pretensões territoriais e expansionistas do "Dragão Vermelho".

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- A estratégia militar e política de Pequim deve ser vista como uma "ameaça" aos Estados Unidos, pois estes não se encontram em condições de combater as forças chinesas, uma vez que não dispõem de bases militares ou portos em zonas estratégicas do Mar da China.

- Após uma análise mais cuidada relativamente às relações sino-americanas, podemos concluir que haverá, a longo prazo, uma disputa agressiva sobre o controlo do sistema internacional. Podemos assim extrapolar a seguinte ideia: Será que estamos a assistir a um Equilíbrio de Poder ou a uma Paz Quente entre os Estados Unidos da América e a República Popular da China?

Leia também a primeira e a segunda parte deste artigo. #História