No site da TSF pode ler-se "O Facebook pediu desculpa a um pai confrontado com o resultado, que este classificou como «cruel», de uma nova aplicação da rede social. Quem usa o Facebook recebe, há vários dias, uma aplicação que seleciona, automaticamente, as fotos que mais se destacaram durante o ano, acompanhadas de imagens e palavras de felicidade ou festa. O problema surgiu quando as fotos sugeridas eram de uma filha que morreu em 2014."

Na minha modesta opinião, esta situação surge porque acredito que as pessoas na sua grande maioria não têm ainda noção plena do que comporta uma rede social e de como é o seu funcionamento.

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Lamento publicamente neste artigo a morte da filha deste utilizador e sei que nunca ninguém está preparado para perder uma filha, é anti-natura e anti todas as leis da vivência humana. No entanto, se este senhor não queria ver exposta a fotografia da sua filha no algoritmo criado pelo Facebook para a aplicação do "seu ano em revista" a responsabilidade não é da rede social mas sim do progenitor que postou ou deixou postar a foto da sua cria no mundo digital do século XXI.

Desde há muito tempo que sou a favor de novas regras para a aquisição deste género de contas nas redes sociais, as pessoas não estão informadas, não têm a mínima noção do que se trata e da abrangência que abraça. Não tenho contrato nenhum com esta rede social para a defender publicamente mas neste caso, este artigo trata-se de elucidar os leitores para os perigos do mau uso da internet e das consequências que isso pode causar.

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Trata-se de desprezarmos a força destes utensílios. E, quando isto acontece eles mostram-nos que não nos devíamos ter descurado na atenção sobre o seu manuseamento.

É caso para dizer que não lemos corretamente e com a devida atenção o livro de instruções e acabamos por estragar o aparelho com mau uso.

Pensem e reflitam no que de facto querem ver publicado no vosso perfil pois depois de terminada a ação o retorno é nulo. Muitos têm sido os avisos feitos aos navegadores mas os erros continuam a afetar milhares deles. É preciso refletir sobre este tema e dar-lhe uma nova importância.