A televisão entra-nos pela casa com notícias que nos chocam! É a realidade de um mundo global do qual fazemos parte, mas em relação ao qual, não conseguimos intervir no sentido de dizermos: basta! Estou-me a lembrar do Paquistão e do massacre daquela escola que nos deixa perplexos perante tanta barbárie! Neste rol de acontecimentos lamentáveis, temos a Síria, o Iraque e o Médio Oriente, onde o derramamento de sangue não acaba e a palavra de ordem é "matem-se uns aos outros!". As perguntas impõem-se: porquê?!... e para quê?!...Não seria mais nobre, em vez de usarem armas como forma de "diálogo", utilizarem o coração e a inteligência para tornarem o Mundo de cada um de nós mais saudável e respirável no Mundo da globalidade? Nós todos, os seres humanos, procuramos uma coisa bem simples: "sermos felizes".


Essa tarefa de construir "um Mundo melhor dentro de um Mundo pouco tolerante e belicista", é uma ação difícil, mas que nos devia motivar e galvanizar. Sabemos bem que "Roma e Pavia" não se fizeram num dia! No entanto, é como dizem alguns pensadores com um cunho religioso "a fé move montanhas". Se recuássemos no tempo e voltássemos às descobertas encontrávamos homens que se fizeram ao mar para dar novos Mundos ao Mundo! As Nações ao longo dos séculos mudaram a forma de olharem o Universo. Nesta caminhada há ganhos significativos para a Humanidade. Contudo, ainda há muito a fazer e transformar. Essa missão de humanizar a existência de cada um de nós numa alegria continuada tem de começar já! A imaginação e a criatividade da mulher e do homem não têm limites e fronteiras. Ela leva-nos a "Áfricas, Índias e Brasis" parafraseando Oliveira San Payo. Neste "braço de ferro entre o bem e o mal" é preciso fazer-se uma opção clara de que lado nos situamos e levar a caravela do positivismo a bom porto. Em cada dia que passa é importante sentirmos ter dado mais um passo na rota certa. A propósito, Neil Armstrong quando pisou a lua pela primeira vez não conteve a sua satisfação: "Um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade". Estes exemplos de vida são sem dúvida o grande motor da esperança num amanhã mais promissor para todos. Também Luther King disse um dia: "eu tenho um sonho" que no fundo era permitir uma coexistência pacífica entre negros e brancos. Agarremos estas reflexões sábias e invertamos o rumo dos acontecimentos porque vai valer a pena.