Com o começo de um novo ano, começam também as novas promessas. Deixar de fumar, deixar de beber, ter melhores notas na escola, fazer a viagem de sonho… Quem nunca prometeu para si mesmo estas coisas quando entra no novo ano? Muitas vezes, muitos anos. Agora a pergunta mais difícil, quem é que as cumpriu alguma vez? Poucas pessoas. Muito poucas mesmo. Segundo um estudo elaborado pela Universidade Scranton, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, apenas 8% das pessoas conseguem cumprir os objectivos da lista. E confirma o que nós já sabemos: 75% das pessoas apenas se esforçam para cumprir essas promessas na primeira semana do ano.

Um novo ano tem o mesmo significado de uma segunda-feira ou do primeiro dia de um novo mês, mas mais intenso, muito mais intenso.

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É uma nova oportunidade, renova-se a esperança, encerra-se um livro e abre-se outro. É como um caderno novo na escola. É desta! Pensamos nós. Não há caligrafia mais bonita do que a da primeira página ou apontamentos mais organizados do que os primeiros. As primeiras páginas do novo ano são assim, cheias de projectos, organizadas e disciplinadas. Ano Novo, Vida Nova! O lema é já antigo, assim como a maioria dos objectivos para o novo ano, que se repetem há anos.

Como conseguir cumprir essas promessas? Mudando a forma como se promete. Temos de ser ambiciosos, mas sem deixar de ser realistas; a ideia deve ser sempre subir um degrau em relação ao anterior, mas nunca subir a escadaria inteira com um só salto. O ideal é dividir uma meta gigante em pequenas metas menores; assim, enquanto caminhamos, saberemos que estamos no caminho certo e não iremos desmotivar.

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Não se esqueçam de apenas fazer as promessas que realmente querem cumprir, e para isso é necessário conhecerem-se muito bem. Caminhar por si e não pelos outros é o lema para não desistir dos objectivos.

Mas o mais importante é saber que o caminho traçado no dia 1 de janeiro pode ser mudado se assim se desejar, que nem sempre caminhar em linha recta é sinónimo de felicidade e realização. Devemos correr por objectivos, mas nunca ser reféns deles. #AnoNovo2016