É quase impossível não falar do ataque em França, porque é recente e imediato, mas também porque se passou em França, o país da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, o país que com Napoleão deu início à revolução liberal na Europa. França é hoje um dos países da Europa onde existem mais cidadãos islâmicos vindos do Médio Oriente e Norte de África, aproveitando as facilidades sociais que a Europa e França oferecem. A verdade é que a Europa é um barril de pólvora social.

Sabemos que os Europeus (Brancos ou Negros, Cristãos) cada vez têm menos filhos, devido à crise e para que possam dar melhores condições de vida aos seus filhos; por isso têm, em média 1 a 2 filhos. Por outro lado, os muçulmanos (Negros ou Árabes) têm em média 3 ou 4 filhos com cada esposa, isso porque muitos têm várias mulheres nos seus países. Mas nem vamos falar das segundas e terceiras esposas, e temos de perceber que por tradição os filhos seguem a religião do pai. Por isso, mesmo que um muçulmano se case com um mulher cristã, além desta se converter, o filho por norma vai ser educado para ser muçulmano. Nós, cristãos liberais e muito flexíveis, se casarmos com uma muçulmana, o que é raro acontecer, damos ao filho a escolha da sua religião.

Se pensarmos em 10 milhões de cristãos, e vamos descartar pessoas que morrem ou que mudam para outras religiões, e sendo que estes 10 milhões têm 2 filhos, passados 20 anos teremos os 10 milhões mais 20 milhões, ou seja 30 milhões de cristãos. Se tivermos em conta 10 milhões de muçulmanos, descartando pessoas que morrem ou que mudam para outras religiões, e sendo que estes 10 milhões têm 4 filhos, passados 20 anos teremos os 10 milhões mais 40 milhões, ou seja 50 milhões de muçulmanos.

Em suma, seriam 30 milhões de cristãos e 50 milhões de muçulmanos. Quando chegar à altura de votar no Presidente da República, primeiro-ministro e presidentes de câmaras, em quem é que acham que os muçulmanos vão votar? Usem a vossa imaginação! Acham que isto não é possível acontecer? Os aliados, anos de começar a 2ª Guerra Mundial, também achavam que tinha conseguido um acordo de paz por mais 50 anos, e passadas poucas semanas a Alemanha começou a sua invasão.