Na última década temos assistido a um domínio avassalador por parte de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo no mundo do futebol. São dois jogadores fantásticos numa luta constante para determinar quem é o melhor. Nos últimos 10 anos conquistaram 7 títulos de melhor do mundo, ameaçando atingir e estabelecer novos recordes no mundo do #Futebol. Certamente que o desempenho destes dois atletas é muito positivo para este desporto, mas nem tudo é assim tão motivante.

O futebol actual foca-se no desempenho destes atletas, mas existem outros que correm o risco de ficarem um pouco esquecidos nesta geração, atletas de topo mundial que em outras gerações podiam ter obtido o título de melhor do mundo.

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Jogadores de classe mundial como Franck Ribéry, Wesley Sneijder, ArjenRobben e Iniesta, entre outros, vão ficar para sempre ligados à elite do futebol, mas nunca como os melhores do mundo. Embora ainda estejam a jogar e muito bem, dificilmente poderão, num futuro próximo, alcançar o título de melhor do mundo.

Por muito justo que seja o domínio de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, torna-se um pouco ingrato para os outros atletas. Possivelmente teremos uma década em que as duas selecções que foram campeãs mundiais não terão um jogador como melhor do mundo. Possivelmente esta situação será a razão do fascínio do futebol, onde a genialidade individual não significa êxito colectivo.

As selecções da Espanha e Alemanha são constituídas por grande jogadores que as levaram aos títulos mundiais e possuem jogadores de top mundial, com desempenhos muito bons.

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Mas longe das genialidade a que temos assistido por parte dos recentes detentores do troféu.

Neste mundo do futebol, como em tudo em geral, ser bom já não chega. O nível de exigência é muito elevado, os desempenhos têm que ser muito altos, fora de série. Só assim podemos aspirar a atingir os nossos objectivos.

Franck Ribéry, Wesley Sneijder, Arjen Robben e Iniesta são grandes jogadores, empenhados, dedicados e trabalhadores. Podemos dizer que ultrapassaram todos os obstáculos para serem os melhores entre os melhores, no entanto existem condicionantes que não conseguimos controlar, como a sorte. Estes jogadores, tal como muitos outros, não entraram no lote dos melhores do mundo devido à pouca sorte de terem aparecido numa geração dominada por Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.