Neste momento, existem em Portugal muitos casos de leucemia, e a cada dia que passa esse número aumenta cada vez mais. Há pouco tempo tive conhecimento da história de uma mulher lutadora que precisa o mais rápido possível de um dador de medula óssea. Juliana Barroso da Silva é uma jovem mãe de 32 anos, muito simples, simpática, e pelo que sei muito sonhadora. Aos 25 anos, teve uma menina à qual ela e o seu marido, Joel Leitão, deram o nome de Ana Lia Barroso Leitão. Hoje a menina tem 7 anos, fruto de uma relação de 12 longos anos cheios de amor.


Tudo começou quando os médicos detectaram em Juliana vários sintomas de fraqueza e mais tarde diagnosticaram-lhe uma gengivite generalizada. Após estes sintomas, teve que fazer de imediato uma análise de rotina, na qual lhe foram diagnosticadas anemia e leucemia aguda grave, afirma o seu marido, Joel Leitão. Assim, em Fevereiro de 2015, foi diagnosticado, a esta bela mãe, um tipo de leucemia muito raro no nosso país, e, por isso mesmo, precisa de encontrar um dador de medula óssea que seja compatível com ela.


Os médicos propuseram a esta mãe fazer quimioterapia, mas não é a única solução, visto que com a medula óssea a sua cura é mais eficaz, mais rápida e de certa forma melhor para ela. Visto que assim têm cerca de 90% de hipóteses de tudo acabar bem. Atualmente, já fez o primeiro tratamento de quimioterapia que tinha sido proposto, mas ainda não se verificou nenhuma melhoria, tendo começando agora a segunda parte do tratamento que irá ser mais forte relativamente ao primeiro.


Muitas pessoas pensam que ser um possível dador de medula óssea pode causar paralisia e que é bastante doloroso, mas estes pensamentos não passam de um simples mito criado pela sociedade. Ser um dador é simplesmente fazer uma transfusão de sangue, da qual são retiradas determinadas células e o sangue é devolvido ao paciente no máximo de umas horas. As pessoas que o fizerem irão sentir um grande alívio no seu coração, pois com este pequeno gesto podem salvar milhões de vidas.


Apenas pessoas com idades compreendidas entre os 18 e 45 anos, e com um peso mínimo de 50 kg, poderão fazer o testes, desde que não sejam portadores de doenças crónicas ou auto-imunes. Cada dador será anónimo e a confidencialidade é garantida.


À #Família apenas resta a esperança de que todos os Portugueses colaborem, para acima de tudo, salvar uma vida.