Comemorado todos os anos no dia 23 de Abril, o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor é normalmente assinalado nos quatro cantos do mundo com um conjunto de eventos que destacam a importância da #Literatura na vida quotidiana. Com uma taxa de analfabetismo cada vez mais baixa, o planeta assiste à vitória da literatura e da literacia, com uma explosão de leitores em todas as áreas e com uma riqueza de publicações em todos os géneros. Fique agora a conhecer quais os #Livros que foram além da página impressa e se transformaram em realidade cinematográfica para todos os seus admiradores:

O Diário da Nossa Paixão - Um dos primeiros romances de Nicholas Sparks, e também o mais conhecido mundialmente, narra a história de um jovem casal que se apaixona durante as férias de Verão, mas que é obrigado a separar-se por imposição dos pais dela.

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O casal reencontra-se de novo, alguns anos mais tarde, e a paixão volta a surgir nas suas vidas. No final, o livro revela-se como um género de diário, no qual é narrada a história de amor que enfrenta o maior obstáculo de todos: o alzheimer.

Orgulho e preconceito - O clássico de Jane Austen já inspirou dezenas de séries britânicas e conquistou milhares de amantes de literatura e #Cinema, mas é na pele de Keira Knightley que Elizabeth Bennet mais se fez notar. A educação, a cultura, a moral e os bons costumes da sociedade inglesa do século XIX continuam a fascinar os amantes da literatura.

Harry Potter - A saga de J. K. Rowling tem movido legiões de fãs em todo o mundo. A criação de um universo fantástico, recheado de magia e feiticeiros, conferiu a Harry Potter um protagonismo nunca antes visto por entre os jovens leitores.

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Daniel Radcliffe tornou-se no herói que, de ano para ano, deixava os seus admiradores à espera de mais um filme e de mais uma aventura.

O Grande Gatsby - Este clássico de F. Scott Fitzgerald teve a sua última adaptação em 2013, filme em que Leonardo Dicaprio interpretou o milionário Gatsby. O livro é coroado pelos mais diferentes e diversos adjectivos para qualificar a vida de luxo a que se permitia o misterioso protagonista para enfeitiçar a sua adorada Daisy. O filme usa sobretudo a cor, o som e o movimento para ilustrar e criticar os excessos da sociedade americana.