#António Costa e o Partido Socialista não parecem trazer nada de novo para a próxima legislatura que vai estar preenchida pelos vinte mil milhões de euros dos fundos europeus para o quadro de 2014-2020. As promessas que tem vindo a apresentar publicamente, como a baixa do IRS ou o investimento público para criar emprego e crescimento económico, não é mais do que já foi feito no passado recente, no #Governo de José Sócrates, e que nos levou ao descalabro das contas públicas.

António Costa não faz mais do que andar a reboque das decisões do governo de Passos Coelho, anunciando que fará precisamente o contrário. Continua o problema ideológico em detrimento do interesse do povo.

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As reformas estruturais não são uma realidade na mente de António Costa. Há sim uma ânsia pelo poder. Não está disponível para acordos, antes e depois das #Eleições, e isso demonstra um tipo de vingança com o passado. Não temos decisões do Partido Socialista que façam acreditar o povo de uma melhoria de vida na próxima legislatura. E isso está demonstrado nas mais recentes sondagens, que dão um empate entre a coligação do governo e o PS.

António Costa, se quiser ganhar as eleições legislativas, terá que mudar o discurso radicalmente e apresentar propostas governativas que se coadunem com a realidade do país. Fazer promessas só para ganhar eleições não é justo para com o eleitorado, principalmente aquele que flutua entre o PS e o PSD/CDS.

À esquerda do PS não existe possível acordo, devido às exigências pós eleitorais desses mesmos partidos.

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O dito bloco central também não parece que seja uma realidade, visto haver divergências ideológicas. E a maioria absoluta de um partido também não parece acontecer. Infelizmente parece que vamos caminhar para um impasse político com um governo minoritário. Isto era o pior que podia acontecer, pois não será fácil governar dessa forma, como foi o caso do segundo governo de José Sócrates.

António Costa e o Partido Socialista, se quiserem ganhar as próximas eleições legislativas, terão de varrer o núcleo duro do PS, ala mais esquerdista, e fazer promessas realizáveis que resolvam os principais problemas do país, mesmo que para isso mexam com os interesses instalados na economia portuguesa.