É chocante o que este #Governo autocrático quer fazer ao pequenos produtores e artesãos. Não percebo como se pode andar preocupado com os pequenos produtores agrícolas e artesãos, gente que luta e para ganhar uns míseros euros para a sua sopa, enquanto estes insensíveis legisladores, que não passam de uns oportunistas do momento, defendem as grandes superfícies. Quem tem pouco vai ficar sem nada, e quem tem muito, como os senhores donos dos hiper-mercados vai tirar o pão da boca a quem pouco tem.

Estamos a ficar um país sem cultura e costumes regionais. O que de melhor temos no país, mais puro, é levado por estes vampiros que sugam o sangue de quem trabalha com amor e carinho na sua horta.

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Às vezes, ponho-me a pensar que o ponto a que chegou esta economia de mercado, não seria melhor voltarmos ao início do século vinte e fazer uma revolução bolchevista. Os grandes interesses económicos estão a acabar com as tradições seculares, e agora o governo lincha o que de melhor temos da terra, com a cumplicidade das autarquias, que não acredito que vão ir contra o seus municípios, até porque isso dá perda de votos nas urnas.

Quero crer que esta lei não vá para a frente, e que o primeiro ministro, venha a púbico justificar a razão desta lei. Até porque eu não acredito que tenha a coragem desta justificação absurda. O senhor Pires de Lima que tanto fala de economia, e de empreendorismo, que venha também ele, explicar as razões desta medida...

Os mercados tradicionais, e feiras típicas, são a alma de um povo, são histórias e lendas perdidas no tempo.

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A liberdade conquistada em abril está seriamente ameaçada, por estes engravatados que exploram o povo mais simples e singelo, que negam as suas origens, que levam para a miséria, que já pouco tem.

Que mal tem eu pegar num molho de alface, ou uns ovos das minhas galinhas, ou uns paninhos bordados nas noites frias do inverno gélido, onde à lareira me aqueço, e vender o fruto do meu suor ao turista que tanto aprecia estas coisas, que lá nos centros cosmopolitas não consegue encontrar? Deixem o povo em paz, que ele não vos incomoda.