Cem Anos de Solidão é uma obra é considerada uma das melhores existentes da literatura latina-hispânica e um dos #Livros mais traduzidos pelo mundo afora. Uma obra fascinante, marcante e inebriante, do falecido Gabriel Garcia Márquez. A sua leitura necessita do momento certo para isso, sendo necessário absorver o quanto é possível de cada página e analisá-lo. Cem Anos de Solidão conta a história da família Buendía durante sete gerações. Em ordem cronológica  istória da família, Macondo cresce e torna-se uma cidade internacionalmente conhecida.

Desde as primeiras páginas o leitor fica curioso com as alusões do futuro que ainda não se concretizaram.

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Com esse tipo de escrita o autor cria uma ferramenta densa e que enfeitiça o leitor entre o presente e o passado. Interessante é saber que no livro não há somente um personagem principal; cada membro da família que aparece torna-se especial e é incorporado ao todo, dando dinamismo ao enredo com a sua própria história, sendo contado e fazendo jus ao nome do livro.

A solidão é abordada ao extremo e o autor consegue mostrá-la de diversas maneiras, como cada personagem a sente. Os saltos cronológicos podem causar um certo desconforto e confusão é a tal árvore genealógica que causa a impressão de um ciclo interminável de relacionamentos. Nomes, famílias e gerações se entrelaçam a todo instante e isso dá o rumo de tudo.

O enredo surpreende por apresentar diversas possibilidades de leitura.

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É o tipo de leitura que  necessita o tempo certo para isso. Se por acaso começar a ler um capítulo e não conseguir prosseguir, feche o livro e continue noutro dia, mas não desista; não se esqueça de que isso acontecerá porque é uma leitura densa e necessitará do tempo certo e pessoal de cada leitor.

Sobre o Autor

Nascido na Colômbia, Gabito, como era chamado foi escritor, jornalista e ativista político e faleceu no México aos 87 anos em 2014. Considerado como uma dos mais importantes escritores do século XX, tendo recebido o prémio Nobel em 1982, escreveu outras obras universalmente celebradas como "O amor nos tempos do cólera", "Crónica de uma morte anunciada", "Notícia de um sequestro", "Viver para contar", entre outros.