Foi recentemente anunciado que irá realizar-se um dos maiores exercícios militares de sempre da NATO. Este exercício irá contar com a participação de 27 nações, com um conjunto de sensivelmente 36 mil soldados e terá lugar em sete países, sendo que Portugal, Espanha e Itália são os países onde vai incidir a maioria deste treino. Os cenários que vão estar a ser trabalhados vão desde a “Guerra moderna”, aos ataques informáticos, defesa antimíssil e “guerra híbrida”. O general francês Jean-Paul Paloméros adiantou ainda que vão utilizar as redes sociais como sendo adversários fictícios a serem combatidos também.

Esta pequena brincadeira não passa de uma tentativa de demonstração de força elaborada pelos Estados Unidos da América (#EUA) para fazer pressão sobre a Rússia, por mais que os responsáveis da NATO o neguem.

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Outro aspeto importante a reter são os milhões de euros que vão ser gastos para “brincar” às guerras e onde todos os Estados membros vão ter de participar militar e economicamente. Numa altura em que tanto se fala de sacrifícios e recessão, numa fase em que os direitos da população são colocados de lado em nome da contenção de gastos, é bonito vermos que para manter os EUA satisfeitos, a NATO vai uma vez mais servir de braço armado numa patética demonstração força para tentar amedrontar a Rússia, na luta pelo controlo deste ponto estratégico militar chamado Ucrânia.

Se o objetivo é criar um eventual cenário de guerra, seria bem mais fácil aproveitarem os massacres que acontecem diariamente impostos pelo Estado Islâmico (EI). Aqui nem teriam de se preocupar a fazer reuniões para inventar adversários e cenários de guerra, eles já estão criados há vários anos e as populações são massacradas sem que os grandes defensores do mundo se mexam.

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Curioso, só para alguns, que seja mais importante o combate à Rússia do que combater o EI e toda a destruição que está a causar. Será pelo facto dos EUA estarem mais do que envolvidos com a criação deste grupo de extremistas? Será pelo facto de que armamento nunca faltou a esta seita, sem que a origem do mesmo seja divulgada? Por certo devem ser só teorias da conspiração contra uma nação tão nobre, que em tempo algum tem manobrado os destinos de todas as nações do mundo, como se fossem suas marionetas. Garantidamente que o EI tem fábricas para a produção de armamento militar e sem qualquer sombra de dúvida que é bem melhor gastar o dinheiro dos impostos que nos cobram exorbitantemente em manobras de diversão para intimidar a Rússia. #Política Internacional