No dia 13 de novembro de 2015 surgiu na internet um vídeo no qual o Estado Islâmico ameaçava a Rússia, dizendo que muito em breve “vamos derramar o seu sangue como se fosse um oceano”. Antes mesmo desta ameaça deu-se a queda de um Airbus A321 proveniente de Sharm el-Sheikh e com destino a São Petersburgo, na Rússia, estando este acidente sob suspeita de ataque terrorista. O Estado Islâmico está a desenvolver uma onda de terror a nível mundial. Mais recentemente a França sofreu um ataque terrorista no centro de Paris, um atentado com várias frentes que provocou várias mortes, estando para já confirmadas mais de 130 vítimas mortais; mas este número pode vir a aumentar, tendo em conta a quantidade de feridos em estado grave.

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A França respondeu ao sangrento massacre de que foi alvo lançando 20 bombas no reduto do autoproclamado Estado Islâmico em Raqqa, tendo como resultado a destruição do controlo de comando, um centro de recrutamento Jihadista, assim como de um centro de armamento.

A onda de terror vem aumentar a luta contra este tipo de ofensivas, sendo declarada guerra contra estes actos que vitimam centenas de inocentes e colocam em alvoroço a população em geral.

O #Terrorismo é a mais recente forma de fazer guerra; são ataques estrategicamente organizados, apanhando as vítimas desprevenidas e resultando em autênticos “banhos de sangue”.

As duas nações mundialmente mais poderosas e muitas vezes vistas como rivais unem agora forças na luta contra o terrorismo e o Estado Islâmico. Esta união pode resultar numa 3ª guerra Mundial, que lentamente começa a desenhar-se.

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Esta pode ser uma guerra de uma dimensão nunca antes vista. O Estado Islâmico pode ter vários núcleos espalhados pelo mundo, especialmente na Europa, EUA e Rússia.

Deste modo será muito difícil definir e neutralizar as ofensivas, sendo possivelmente muitas delas no coração das nações a defender. O pânico mundial está instalado, a calma e seguranças das grandes cidades encontram-se abaladas, as pessoas vivem na desconfiança e com receio. Apesar das palavras de confiança deixadas pelas entidades responsáveis por restabelecer a ordem, a comunidade teme novos atentados, vivendo constantemente em estado de stress e alerta.