Todos tivemos conhecimento ontem, pela comunicação social, que foram promovidos 1.870 militares da GNR. O ministro das Finanças, Mário Centeno, e a Ministra da Administração Interna, Constança Urbana de Sousa, deram finalmente o aval para essas promoções. A despesa será suportada pelo Orçamento de Estado de 2016. Mas garantido também ficou que as subidas de posto não irão ter efeitos retroactivos no vencimento.

Esses 1.870 militares ficam, desde já, com a certeza que vão receber mais no final deste mês de Janeiro. Contudo, parece que essas promoções já estão a criar polémica, visto que terão sido promovidos mais oficiais do que elementos das classes inferiores

Para que o equilíbrio fosse perfeito, os militares da GNR deveriam ter sido promovidos em partes iguais. Pois desde o simples guarda até ao coronel, todos são elementos dessa mesma força de segurança e não deveria haver essa desigualdade. As promoções deveriam sempre ser distribuídas de forma equitativa e justa em todas as categorias profissionais!!

Muitos, pela própria antiguidade e por terem tirado cursos para subir na hierarquia da GNR , já deveriam ter sido promovidos há muito mais tempo. Todas as promoções têm vantagens, não só financeiras mas também psicológicas, pois os promovidos ganham mais ânimo, mais vontade e disponibilidade para ainda darem mais de si à instituição que tão bem representam em Portugal e além fronteiras; a nossa GNR é muito bem vista a nível internacional.

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Um aplauso para todos aqueles que um dia abraçaram para a vida o lema: "Pela Lei e Pela Grei" e que, nas 24 horas do dia, tudo fazem para que a ordem seja mantida, a lei seja cumprida e a segurança de pessoas e bens seja assegurada!

A lei não é feita por eles, mas são eles que a fazem cumprir! A manutenção da ordem pública exige dedicação, esforço, abnegação, coragem, exposição ao risco, e muita determinação e paciência, 24 horas por dia e 365 dias por ano, para que todos nós possamos estar em segurança!

E é bom nunca esquecer: “Os governos passam, as sociedades morrem mas, a #Polícia é eterna.” (Honoré de Balzac)