Ao longo dos últimos anos passaram pelo Governo português pessoas dos mais variados quadrantes políticos, da esquerda à direita, passando pelo centro, no entanto ninguém analisou ou disse algo sobre as "conclusões" agora e aqui apresentadas, depois de alguns anos de "debates" com pessoas de vários quadrantes e ideologias da sociedade portuguesa. É uma análise que pode suscitar discussões e sugestões ao leitor, mas que pode levar a uma maior discussão de ideias que, quem sabe, poderá mostrar o logro político-económico em que temos vivido. Passemos então aos "resultados".                                                          

Se em Portugal o salário mínimo fosse obrigatoriamente de 700€ as pessoas teriam um maior poder de compra.

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Isto é óbvio. Ao mesmo tempo, se as pensões mínimas fossem colocadas ao mesmo nível do ordenado mínimo e não fosse permitido acumular pensões, e se estas tivessem um teto de 6000€, haveria uma maior sustentabilidade da segurança social. Bem, ao existirem estas condições as pessoas teriam então, como já foi afirmado atrás, um maior poder de compra, o que levaria naturalmente a um maior consumo dos mais diversos bens. Se houver mais procura terá de haver mais oferta. Para haver mais oferta terá de haver mais produção, parece uma "questão" inabalável. Ao existir a necessidade de haver mais produção, terá que haver quem produza, o que levaria à criação de mais emprego. Claro que teriam que existir outras condições, como a proibição de os funcionários fazerem horas extras para que as empresas tivessem de contratar mais.

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Mas isto é o que se faz nos países desenvolvidos.                                        

Se analisarmos o atrás descrito, alguém será capaz de negar que haveria crescimento económico? O desemprego não baixaria? Naturalmente que estas medidas não seriam fáceis de implementar, porque contariam com toda a certeza com a oposição de alguns grandes patrões que apenas visam o máximo lucro, esquecendo que sem a classe trabalhadora não chegariam onde chegaram. Depois temos a pouca vontade de quem nos governa, que na verdade está refém das grandes empresas que lhes pagam as campanhas. Porque ninguém dá nada sem ter retorno, não tenhamos dúvidas. Basta olhar os saltos que dão os nossos políticos de empresas para o Governo e do Governo para as empresas para percebermos o logro político-económico que nos gere.                    

Haja vontade política e económica e a tão propalada crise não durará.  #Negócios #Desemprego