Ser #Polícia, como todos sabem, não é apenas vestir uma farda, usar um crachá e fazer rondas ou patrulhar. Ser polícia é isso e muito mais, é proteger e defender pessoas e bens, mesmo com a própria vida se preciso for! Ser polícia é estar disposto a morrer por alguém que nem sequer se conhece, mas que tem por missão proteger e defender!

Todos os polícias vivem lado a lado com a morte todos os dias e o perigo espreita-os em cada esquina por onde passam, estejam eles a trabalhar ou não.

São muitos mais, mas aqui ficam só alguns dos casos de polícias que foram mortos no cumprimento do dever:

Em 2002 foram sete os tiros disparados à queima-roupa que tiraram a vida a um agente da PSP (Felisberto Oliveira Silva) que se encontrava a patrulhar numa das principais ruas da Damaia, concelho da Amadora.

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Foi chamado para resolver um acidente de trânsito e acabou por ser brutalmente assassinado pelo condutor de um dos veículos

Em 2005, um agente da esquadra da PSP de Alfragide, de 33 anos, foi baleado mortalmente de madrugada, quando fazia também patrulhamento, de jipe, no Bairro da Cova da Moura, Amadora, com um colega de 24 anos, que sofreu ferimentos ligeiros. No total, foram disparados 29 tiros na direcção dos dois polícias.

Em 2013, o militar da GNR Bruno Chaínho foi alvejado mortalmente, depois de ter conseguido salvar mãe e filha, que tinham sido sequestradas por um imigrante que perdeu tudo e estava disposto a morrer. Nesse mesmo ano, também dois polícias abandonaram o carro-patrulha para perseguirem a pé assaltantes. Santos, de 23 anos, natural de Elvas, e Raínho, de 26 anos, natural de Vila Franca de Xira, os dois da esquadra de São João da Talha, acabaram por ser colhidos mortalmente por um comboio.

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Em 2015, Nuno Anes, militar da GNR de 25 anos, foi morto a tiro na tarde do dia 29 de agosto pelo empreiteiro Rogério Coelho, na Quinta do Conde, em Sesimbra, ao tentar ajudar um camarada seu da PSP e o filho do mesmo, que acabaram abatidos também. Também nesse ano, mais um agente da PSP reformado, de 65 anos, foi atingido com um tiro de caçadeira, ao início da noite de uma quinta-feira, na localidade da Buraca, Lisboa, a tentar travar um assalto a um supermercado onde a mulher trabalhava.

Todos eles morreram em nome da segurança pública, para proteger e defender os outros, deram o próprio corpo como escudo para salvar outras vidas; eles nunca poderão ser esquecidos e obrigatoriamente devem ser lembrados para sempre.

Foram vidas que se perderam para que outras vidas pudessem continuar a viver.