Ontem (20 maio) na zona da Covilhã, ao início da manhã e durante uma operação policial realizada especificamente para a busca e captura de um homem evadido da prisão há 14 anos, foi atingido no peito com um tiro de caçadeira um militar da GNR. Felizmente não sofreu nenhum ferimento mais grave, pois encontrava-se na altura com o colete anti-bala. Mais uma vez fica comprovado que esses coletes fazem toda a diferença e que o uso dos mesmos deveria ser mesmo obrigatório para todos os elementos das Forças de Segurança. São equipamentos desses que muitas vezes fazem toda a diferença entre a vida e a morte.

E já depois de ter sido atingido, esse militar da GNR revelou possuir "sangue frio" e uma grande determinação, ao conseguir manietar o homem evadido, evitando assim que a situação tomasse proporções ainda maiores. O militar em questão e os restantes elementos da GNR, além do evadido, detiveram ainda um segundo elemento.

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O evadido, quando fugiu da cadeia, encontrava-se a cumprir uma pena de 6 anos e meio por diversos furtos.

Por uma questão de prevenção, o militar foi ainda transportado ao Centro Hospitalar da Cova da Beira, na Covilhã, distrito de Castelo Branco, para ser avaliado por uma equipa médica, onde permaneceu em observação. Felizmente sofreu apenas ferimentos ligeiros.

E mais uma vez se comprova o risco que todos os elementos das Forças de Segurança correm no cumprimento do dever. São eles que 24 horas por dia, durante os 365 dias do ano, faça sol ou faça chuva, andam nas ruas, nas escolas, nas esquadras, nos postos da GNR, nos hospitais ou onde sejam necessários; tudo fazem para garantir a ordem, para fazerem cumprir a lei e assegurarem a nossa segurança e a dos nossos bens.

Não existem dúvidas de que realmente eles possuem uma profissão de risco e de desgaste rápido e que por isso mesmo deveriam ver a profissão considerada como tal.

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Eles juraram um dia, perante a bandeira portuguesa, proteger e defender os cidadãos, mesmo com o preço da própria vida se preciso for.

E nunca se esqueçam que os governos mudam, que as sociedades morrem, mas quem permanece e é eterna será sempre a #Polícia. Pois ela sempre foi, é e será a linha que divide a ordem do caos!