Na tarde de ontem (22 de maio) uma militar da GNR, de 24 anos, após terminar mais um turno pelas 15 horas, entrou na sua viatura para regressar a casa. No entanto, essa viagem acabou por ser interrompida quando três homens iniciaram uma perseguição e a obrigaram a parar o carro em Almada, na zona dos Capuchos. Após a terem imobilizado, os três indivíduos em questão dirigiram-se à viatura, retiraram-na do interior da mesma e começaram a agredi-la violentamente com murros e pontapés. Não satisfeitos, acabaram mesmo por esfaquear a militar no pescoço e abandonaram-na inconsciente.

Posteriormente, a jovem foi socorrida e levada de urgência para o Hospital Garcia de Orta, onde foi prontamente assistida. Apesar de apresentar ferimentos vários, a militar da Guarda Nacional Republicana(GNR) recuperou e felizmente já teve alta hospitalar.

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Entretanto já se encontra em curso uma verdadeira caça ao homem pela GNR, para encontrarem os três agressores da militar. Mas os mesmos ainda se encontram em fuga e continuam a ser procurados pelas autoridades.

Esta militar da GNR tinha estado a trabalhar, ia para casa descansar e acaba no hospital esfaqueada... que mais é preciso para que quem de direito possa considerar de uma vez por todas a profissão de agente de autoridade como profissão de risco?

E as agressões a militares da GNR continuam; enquanto os agressores não forem devidamente condenados e punidos, esta onda de violência vai continuar e, como se pode comprovar, a violência cada vez é maior!

Esta na hora de salvaguardarem a segurança dos militares da GNR (e agentes da PSP) e condenarem sem piedade aqueles que os agridem e matam! Eles enfrentam o perigo em cada esquina, dão o corpo às balas e morrem se preciso for para salvar uma vida! Eles são o garante da nossa segurança, da ordem e lei.

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Eles não criam as leis, mas farão tudo para que as mesmas sejam respeitadas e cumpridas, custe o que custar.

Pois lembrem-se que sem limites não existe cidadania, mas sem a #Polícia, não existirão limites! #Crime