Mais um caso de violência extrema contra elementos das Forças de Segurança teve lugar na madrugada deste sábado (11 de junho), aproximadamente à 1 hora, na cidade de Viseu. O proprietário de um estabelecimento de diversão nocturna dessa cidade solicitou a presença imediata da PSP pelo facto de um grupo de homens ter provocado vários desacatos e distúrbios no seu bar. Logo depois, uma equipa da PSP deslocou-se prontamente ao respectivo local, próximo do bairro da Misericórdia.

Enquanto um chefe da PSP, de 47 anos, intervinha para colocar fim aos desacatos à porta desse mesmo estabelecimento de diversão nocturna, acabaria por ser agredido violentamente. O chefe da PSP abordou, de surpresa, um sujeito que estava a urinar na via pública e após a abordagem policial, esse mesmo sujeito derrubou o #Polícia com um golpe de karaté. Já no chão, a vítima continuou a ser agredida com violência a murro e pontapé.

Logo depois, os outros agentes foram obrigados a recorrer ao uso da força para conseguirem travar a rixa e reporem novamente a ordem. Entretanto, o polícia que foi agredido teve mesmo que ser transportado para o Hospital de Viseu para receber tratamento médico.

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Depois da ordem reposta, e do término da desordem e dos desacatos, dois homens acabaram mesmo detidos.

A vaga de violência contra os polícias continua, os agressores permanecem impunes e a cada dia que passa tornam-se mais violentos e perigosos. E continuarão impunes enquanto a justiça continuar de olhos vendados e a castigar os polícias e a protegerem os agressores dos mesmos.

Agredir um cidadão comum, por si só, já é crime... agredir um polícia, é agredir um agente de autoridade e um representante da ordem, como tal é ainda muito mais grave! Somente quando esses agressores forem devidamente punidos, pensarão duas vezes antes de voltarem a agredir um polícia e, talvez dessa forma, essas agressões diminuam e até possam terminar mesmo. Mas enquanto os tribunais permitirem que os agressores dos polícias saiam impunes, estão de certa forma a colaborar para que os mesmos continuem essa violência contra as forças de segurança.

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