Orlando Nascimento, com 39 anos, era casado, tinha duas filhas menores, e era natural da localidade de Freixo, no concelho de Almeida, distrito da Guarda. Orlando era um militar da #GNR, prestava serviço no Posto Territorial de Pinhel do Comando Territorial da GNR da Guarda e ocupava o posto de guarda principal de cavalaria. Na manhã do dia 22 de agosto, enquanto fazia o seu patrulhamento habitual a cavalo, sofreu uma queda, da qual resultou um traumatismo craniano muito grave. Durante a queda, ele ficou preso ao estribo do cavalo e foi mesmo arrastado pelo animal durante vários metros. Tudo aconteceu na presença de um colega que o acompanhava em mais um patrulhamento.

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Após a queda, foi prontamente assistido e posteriormente transportado de helicóptero para o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, onde ficou internado em estado muito grave. Durante 9 dias ele lutou pela sua vida, mas apesar de todos os esforços, dele e de toda a equipa multidisciplinar de saúde que o rodeava, não conseguiu sobreviver e acabou por falecer.

A Guarda Nacional Republicana está mais uma vez de luto, por causa da perda de mais um excelente profissional da Guarda, que perdeu a vida durante o cumprimento do dever, e que ao serviço da segurança pública sacrificou a sua própria vida. Mais uma vez, aqui fica bem evidente que ser agente de autoridade é uma profissão de risco.

Quando Orlando saiu de casa naquele dia, para mais um dia de trabalho, nunca imaginou que não voltaria mais a entrar nela, mas na verdade, essa é mesmo a realidade de todos os agentes das Forças de Segurança!

Em nome da segurança de todos nós, eles estão dispostos a dar a própria vida para nos proteger e defender. Mais um militar da GNR que perdeu a vida no cumprimento do dever, mais um homem a ser recordado para sempre e que nunca deverá ser esquecido.

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A GNR deve orgulhar-se de todos os homens e mulheres que possui nas suas fileiras. Acima de tudo, eles são excelentes profissionais, dignificam a farda que vestem e tudo fazem para cumprir o seu dever e missão, mesmo que para isso tenham que pagar com a própria vida!