Foi na avenida Glicínia Quartin, na Ameixoeira, em Lisboa, que na quinta-feira passada (27 de outubro), agentes da #Polícia de Segurança Pública (PSP) voltaram mais uma vez a ser agredidos. Tudo aconteceu, mais ou menos, por volta das 00h20 horas. Estas novas agressões acontecem sete meses depois dos desacatos entre famílias desavindas terem sido resolvidos a tiro, no dia 29 de março, altura em que três agentes da PSP acabaram baleados.

Os agentes da Equipa de Intervenção Rápida (EIR) da 3.ª Divisão da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Lisboa começaram a ser injuriados, quando patrulhavam o local numa carrinha. E após terem a viatura imobilizada, os agentes da PSP começaram mesmo a ser alvos de pedradas e foram obrigados a chamar reforços para o local.

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O jovem responsável pelos desacatos tem 23 anos e acabou por ser identificado pelas sucessivas injúrias, pelas tentativas de agressão aos polícias e por porte de armas brancas. Quando as autoridades se aproximaram dele, para o deterem, vários amigos dele e familiares tentaram impedir que fosse detido.

Foi necessário que os agentes de várias esquadras, Equipas de Intervenção Rápida e investigadores criminais efectuassem vários disparos de shotgun para o ar para dispersar os desordeiros. E só então é que conseguiram finalmente deter o suspeito e o seu pai, um homem de 44 anos que também estava envolvido.

Os agentes da PSP ficaram feridos e tiveram mesmo que ser assistidos no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Também os detidos tiveram que receber tratamento médico. Todavia, por não necessitarem de vigilância ou cuidados, tiveram alta.

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E os casos de agressões a agentes da PSP no cumprimento do dever continuam sem fim à vista. Muito pelo contrário, aumentam a olhos vistos e ocorrem quase todos os dias. Enquanto os agressores não forem devidamente punidos pelos tribunais, eles não irão parar. O sentimento de impunidade dá-lhes força para continuarem a agredir os polícias, e infelizmente de forma cada vez mais violenta. Quantos mais terão que ser agredidos ou mesmo perderem a vida para que os tribunais resolvam condenar esses agressores? Se ao agredirem um simples cidadão eles estão a cometer um #Crime... ao agredirem um representante da lei e da ordem, esse mesmo crime é muito mais grave.