A #Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (#GNR) são das forças de segurança portuguesas com mais destaque no nosso país. A PSP, como todos sabemos, age sempre pela ordem e pela pátria... e a GNR pela lei e pela grei.

Tanto a PSP como a GNR possuem várias valências, todas de grande valor e utilidade. E, no seu conjunto e quando interligadas, trabalham juntos por um único objectivo: o combate ao #Crime.

Mas existem nelas elementos que são conhecidos por andarem nas ruas e fazerem patrulhas, sejam elas apeadas ou de carro. São os chamados patrulheiros.

Os patrulheiros da PSP e da GNR são aqueles que sempre chegam em primeiro lugar a quase todas as ocorrências logo que são solicitados.

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São eles que enfrentam os primeiros instantes da maior parte dos desacatos e de outros crimes. São eles que, apeados ou não, têm que chegar o mais rapidamente possível ao local para protegerem e defenderem quem se encontra em perigo, para dar apoio às vítimas, para manterem a segurança do local criando os perímetros de segurança e, não menos importante, minimizar os riscos e capturarem os criminosos. O que é de lamentar é que muitas vezes os patrulheiros corram tantos riscos para deterem os suspeitos e que os tribunais logo depois os mandem embora.

Eles chegam na maior parte das vezes a todas as ocorrências desconhecendo o que vão encontrar. Muitas vezes, em situações de maior risco, eles esperam e desesperam por reforços, mas nunca abandonam o local e nem fogem, mesmo correndo o risco de serem agredidos ou até mortos.

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Mesmo com o sacrifício da própria vida, eles aguentam até ao limite das suas forças. Basta recordar o agente que foi agredido quase até à morte na Moita.

São os patrulheiros da PSP e da GNR que passam a informação necessária e essencial aos colegas que os irão apoiar, para que assim eles possam traçar um plano de acção assertivo, eficaz  e capaz de resolver o cenário de qualquer acto criminoso que encontrem.

Todos os agentes da PSP e militares da GNR são importantes e imprescindíveis, todos merecem ver a sua profissão ser considerada uma profissão de risco. Mas, sem dúvida alguma, os patrulheiros dessas forças de segurança merecem muito mais.