Todos os Agentes da #Polícia de Segurança Pública (PSP) e militares da Guarda Nacional republicana(#GNR) são filhos, irmãos, pais, maridos e muito mais. Sempre que vão trabalhar, todos deixam em casa aqueles que mais amam, aqueles que ficam à espera de os verem regressar ao fim de um turno de serviço, e que, com o coração nas mãos, os veem a sair de casa sem saberem se, na verdade, voltam a regressar.

Muito mais que uma profissão

E sempre que acordam para mais um dia de trabalho, todos eles sabem que o perigo os espreita a cada canto, que a qualquer momento uma bala perdida pode atingi-los, que podem ter que fazer corridas loucas atrás dos criminosos, que podem correr riscos ao deterem os fora da lei, e que nem sempre a coragem e o esforço deles são reconhecidos e verdadeiramente recompensados.

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Mas para eles só uma coisa interessa: proteger e defender pessoas e bens, mesmo que com o sacrifício da própria vida.

Mas de uma coisa, eles sabem. Sabem que o sentido de missão deles é forte, que a responsabilidade deles é grande, e o sentido de dever enorme.

Por isso mesmo, para eles, ser agentes da PSP ou militar da GNR é muito mais que uma profissão, é uma missão que todos eles resolveram abraçar para a vida, naquele momento em que fizeram o juramento sob a bandeira portuguesa.

Serem polícias significa correrem riscos e perigos

Mas apesar de constantemente correrem riscos, nem sempre estão equipados com coletes balísticos para os protegerem, se forem atacados, e nem sempre o coldre que usam é o ideal. E principalmente, acima de tudo, deviam ter à disposição deles, uma pistola metralhadora para poderem responder nos casos de extrema violência com armas de fogo.

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E claro, o ideal seria mesmo todos usarem um capacete balístico para protegerem a cabeça e luvas à prova de cortes para protegerem as mãos. São equipamentos desses que, na vida dos polícias, muitas vezes podem fazer, e fazem, a diferença entre a vida e a morte.

Vítimas de agressão e mortos em serviço

No cumprimento do dever, muitos deles são por vezes alvo de várias ofensas e agressões. Basta recordarmos o agente da PSP que foi agredido na Moita, quase até à morte; não aconteceu o pior, porque felizmente ainda existem cidadãos que arriscam a vida para protegerem e salvarem quem morreria por eles, se fosse preciso.

Outros, infelizmente, ainda sofrem acidentes quando perseguem os criminosos; basta recordarmos os agentes da PSP Santos e Rainho.

Outros são mesmo apanhados no meio de rixas, tiroteios e perseguições fatais. Quem não se recorda do militar da GNR Hugo Ernano, condenado porque, acidentalmente, baleou mortalmente um menor que tinha sido levado pelo próprio pai para um assalto.

E infelizmente, existem aqueles que acabam mesmo por perder a vida para salvar outras vidas, basta recordarmos Bruno Chaínho, Nuno Anes e muitos mais.

Os que perdem a vida em serviço serão para sempre lembrados e nunca esquecidos.