Nas equipas iniciais houve duas mexidas em relação aos último jogo. Do lado do Sp. Braga entraram Paulinho e Assis, para as saídas de Baiano (lesionado) e João Gamboa. Do lado dos encarnados, que ontem (domingo, 19 de Fevereiro) jogaram de preto, saíram Ederson (castigado) e Carrillo, por opção, para o banco de suplentes. Nos seus lugares entraram Júlio César e Zivkovic.

Jogo

Início de jogo muito equilibrado de muita luta no meio-campo. O primeiro lance de algum perigo surge ao minuto 11 quando, após um canto sobre a direita do ataque minhoto, a bola é aliviada para a esquina da área, onde aparece Pedro Santos a disparar ao lado da baliza de Júlio César.

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Ao minuto 14 Rafa conduz a bola junto à linha de fundo, até aparecer Marafona, que alivia contra Rafa e ganha pontapé de baliza. Aos 29 minutos, e após cruzamento de Rafa, Marafona alivia a bola contra Mitroglou, que quase inaugura o marcador. Aos 37, após canto da direita do ataque arsenalista e perante a passividade da defensiva benfiquista, Rodrigo Battaglia cabeceia ao poste da baliza do #Benfica.

Chegamos ao intervalo com um Sp. Braga muito coeso a defender e a colocar muita gente no contra-ataque; já o Benfica demonstrou muitas dificuldades para construir lances ofensivos. Resultado ao intervalo de zero a zero, que se aceitava perfeitamente.

Ao minuto 50, jogada de insistência de Nelson Semedo, que acabou por rematar, quase sem ângulo, para as mãos de Marafona. Notava-se que o Benfica, com uma melhor definição de último passe, poderia fazer estragos na defensiva bracarense, mas isso não estava a acontecer, pois os remates dos encarnados eram muito poucos.

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Ao minuto 69 surge novo caso no jogo: Battaglia, dentro da área bracarense, corta a bola com o braço; o árbitro, Tiago Martins, manda seguir o lance.

A dez minutos do fim Mitroglou recebe a bola fora da área e, com oposição de dois adversários, vai conseguindo furar entre eles. Apesar de estorvado pelos dois, e com o guardião Marafona a fechar o ângulo da baliza, consegui descortinar um buraco por onde a bola acabaria por passar e fazer trabalhar o marcador. Mitroglou fez o seu 11º golo no campeonato.

Homem do Jogo

Rafael Assis, jogador bracarense, foi incansável na procura da bola e recuperou muito jogo ofensivo do Benfica..

Arbitragem

O árbitro Tiago Martins e restante equipa revelaram mais uma vez, após a meia-final da Taça da Liga, não possuir qualidades para a 1º categoria. Na primeira parte ficou um penalti por assinalar sobre Salvio, por empurrão pelas costas. Na 2º parte, novo penalti por marcar por mão na bola de Battaglia dentro da área. Na 1º parte é anulado um golo a Mitroglou por pretenso fora de jogo, mas na repetição parece que o grego se encontra em linha com o último defesa bracarense.

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Notas finais

Salvio, enquanto teve frescura física, foi dos mais influentes dos encarnados e foi sempre uma dor de cabeça para Marcelo Goiano; foi perdendo o gás ao longo do tempo, acabando por ser substituído por Carrillo.

Fejsa esteve muito aguerrido na procura da bola; procurava começar a construir o jogo ofensivo a partir de trás, colocando-se entre os centrais, permitindo que os laterais pudessem subir.

Rui Fonte foi o 2ª avançado bracarense em posso de bola; sem bola fazia o terceiro médio no centro do terreno. Fez com que Pizzi, durante a primeira parte, não tivesse espaço de manobra. Foi perdendo fulgor ao longo da 2ª parte, fazendo com que Pizzi crescesse.

Pedro Santos: sempre muito irrequieto, como é habitual. Todas as jogadas de perigo bracarenses partiram dos seus pés.

Paulinho não consegui dar a profundidade ao corredor direito como o técnico deveria pretender; sempre muito preso a missões defensivas.

Rafa: neste seu regresso a Braga o jogador foi inconsequente, errou, invariavelmente, o último passe ou por demora na tomada de decisão ora por passes errados. Surpreendeu ao não ser substituído ao longo do jogo. #Futebol #Primeira Liga Portuguesa