Nuno Silvério é um jovem de 21 anos, natural da Nazaré, que enfrenta actualmente uma acusação de tentativa de homicídio tentado e de furto, nas barras do tribunal de Leiria, como se pode ver na edição de hoje (8 de Abril) do Jornal de Notícias. Já em Agosto de 2015, na noite de 28 para 29, ajudado por mais elementos, tinha furtado uma viatura que se encontrava estacionada no Bairro dos Pescadores, na Nazaré.

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A 17 de Fevereiro de 2016, no interior da residência de Nuno na Nazaré foi encontrada, num guarda-roupa, uma espingarda e um cartucho carregado. O proprietário da residência tinha conhecimento de que estava proibido de possuir armas.

Mas foi na noite de 30 de Agosto de 2016, na Praia da Vieira, que, numa abordagem da Guarda Nacional Republicana (GNR), apontou e disparou duas vezes uma arma contra um militar da GNR.

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A abordagem foi feita pelos militares quando ele tentava escapar, pois andava com um carro furtado. O militar da GNR em questão só escapou da morte porque a dita arma encravou e não disparou.

Posteriormente, Nuno Silvério foi efectivamente acusado pelo Ministério Público (MP) de quatro crimes: furto, condução de veículo sem habilitação legal, detenção de arma proibida e homicídio qualificado na forma tentada, agravado ainda pelo uso de arma.

Toda a investigação deste caso foi conduzida e realizada pelo ministério público, sempre coadjuvado pela #Polícia Judiciária (PJ) de Leiria.

Felizmente esta tentativa de matar o militar da GNR fracassou e o efectivo dessa força não perdeu mais um dos seus profissionais. Infelizmente, outros já passaram pelo mesmo, mas não tiveram a mesma sorte e perderam a vida no cumprimento do dever.

Basta recordar David Dinis, um militar da GNR com 42 anos, que em 2009, ao aperceber-se de disparos contra uma mulher, ainda a tentou socorrer, mas acabou morto a tiro pelo marido da mesma, um ex-fuzileiro.

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Ou então recordemos ainda Bruno Chaínho, outro militar da GNR, que em 2013 deu igualmente a sua própria vida para salvar uma mulher e uma criança, quando um homem de nacionalidade moldava fez vários reféns num restaurante do Pinhal Novo.

Mais um caso convém ainda ser recordado: Nuno Anes, que no ano passado também foi baleado mortalmente na Quinta do Conde, em Sesimbra. Foi o primeiro a chegar a um tiroteio que terminou na morte de um elemento do Corpo de Segurança Pessoal da PSP e do seu filho, de 23 anos. #Justiça #Crime