No sétimo bairro, em #Paris, neste momento, ninguém entra e ninguém sai. Todas as pessoas que se encontravam no interior das suas casas têm indicações expressas para lá permanecerem e para não saírem para a rua. Toda aquela área foi delimitada e está interditada pelas autoridades, por questões de segurança.

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Os Campos Elísios apresentam esta noite uma paisagem bem diferente da habitual. Uma paisagem de terror e de morte. Várias viaturas policiais e de bombeiros se encontram lá estacionadas; são as luzes azuis intermitentes dos carros policiais que hoje predominam.

E tudo por causa de um tiroteio que ocorreu pelas 21.00 horas (hora de Lisboa), junto ao número 104, numa avenida da capital francesa, situada próximo de uma loja Marks & Spencer..

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Segundo o jornal “Le Monde”, terão sido três polícias alvejados, tendo dois deles perdido mesmo a vida e estando o outro gravemente ferido. Mais dois agentes que perdem a vida durante o cumprimento do dever.

Terão sido alvejados por uma arma de guerra. Segundo testemunhas, um homem, ainda não identificado, terá saído de uma viatura e ter-se-+a deslocado propositadamente para a viatura policial para atacar os policias. O suspeito pôs-se imediatamente em fuga, e ainda tentou acertar em outros polícias. Mas logo depois, acabou por ser abatido pelas autoridades.

Em Portugal, o Jornal de Notícias adiantou já, na sua mais recente edição informativa, que Yvan Assioma, um dos elementos que faz parte do sindicato da polícia Alliance, terá afirmado que foram feridos ainda mais agentes por balas, mas que foram protegidos pelos coletes de proteção (balísticos) que usavam..

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Forte possibilidade de atentado terrorista

A equipa de contraterrorismo da procuradoria de Paris já se encontra no terreno e iniciou as investigações. Apesar de ainda não existirem certezas, tudo leva a crer que se tratou de mais um atentado terrorista. Pelo que parece, o atirador abatido já era conhecido das autoridades francesas, que já se encontram a realizar buscas na casa do suspeito.

Até o próprio porta-voz do ministro do Interior francês, Pierre Henry Brandet, já se pronunciou, e adiantou que ainda era cedo para se perceber quais teriam sido as motivações para o ataque. Mas uma coisa está confirmada, e não restam dúvidas nenhumas: os agentes, que estavam no interior de uma carrinha, foram os directamente visados pelos disparos.

Atualização

O ataque foi, entretanto, reivindicado pelo Daesh. #Terrorismo #Crime