Foi na madrugada do último domingo (30 de Abril), que Rodrigues, um agente da #Polícia de Segurança Pública (PSP), com 30 anos, se encontrava no Cais do Sodré a gozar tranquilamente o seu tempo de lazer do seu dia de folga. Mas nesse mesmo local, acabou por ser reconhecido por um individuo do sexo masculino, que já tinha detido no passado.

Pouco tempo depois de ter sido reconhecido, o agente Rodrigues acabou por ser agredido por cinco homens. O polícia sofreu, de forma inesperada e violenta, vários murros e pontapés.

Assim que a situação foi reportada às autoridades, a PSP prontamente enviou para o local uma patrulha. Após a agressão, e assim que se aperceberam da presença policial, os agressores colocaram-se todos em fuga.

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O agente agredido acabou por ser assistido ainda no local mas, devido à #Violência das lesões sofridas, foi posteriormente transportado para o Hospital de São José, onde recebeu o tratamento médico necessário e adequado. Pelo facto de apresentar uma lesão grave no nariz, uma cirurgia está mesmo a ser ponderada pela equipa médica.

Um dos cinco agressores, o que tinha reconhecido o agente em questão, tinha sido detido por ele há um ano na Musgueira, em Lisboa. Tal como já avançou o Correio da Manhã, na sua edição de hoje (1 de Maio), o polícia agredido já reconheceu dois dos seus agressores. As autoridades já estão no terreno para conseguirem obter a identidade de todos os agressores, para que os possam deter.

Mais uma vez um polícia foi agredido, mais uma vez se pode confirmar que as agressões aos polícias não são, nem mais nem menos, do que o próprio reflexo da total impunidade dos agressores, tal como o presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia, Mário Andrade, já afirmou ao Correio da Manhã.

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Enquanto os agressores dos polícias não forem punidos, eles vão continuar a agredir e ainda com mais violência. O facto de os agressores não serem condenados e punidos como deveriam, faz com que os mesmos se sintam impunes e livres para continuarem a agredir os agentes da autoridade.

Nunca é demais relembrar que as políticas mudam, que as pessoas morrem, mas a polícia sempre vai permanecer; e ainda bem para todos nós, pois eles têm como missão proteger pessoas e bens, mesmo que com o sacrifício da própria vida. E quem se arrisca a morrer para nos proteger, merece decididamente todo o nosso reconhecimento.

Quem vive para nos proteger, com toda a certeza, que merece respeito para viver. #Crime