Jair é um individuo do sexo masculino, de raça caucasiana, com 26 anos de idade e nacionalidade brasileira, que nesta ultima terça-feira (9 de maio) dirigiu-se à repartição de finanças do Montijo para tratar de assuntos relacionados com o IRS e terá ficado desagradado com algo, tendo revelado um comportamento menos próprio. Pelo facto de estar a perturbar a ordem pública, terá mesmo sido advertido pelos funcionários da própria repartição de finanças para abandonar o edifício. Mas ao invés disso, Jair pegou no seu telemóvel e, mesmo no interior das instalações das finanças, iniciou um vídeo em directo para a rede social Facebook, onde revelou que lhe tinham dito para sair do edifício.

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Um militar da Guarda Nacional Republicana (#GNR) que entretanto lá se encontrava à paisana, quando o brasileiro lhe apontou a câmara, apercebeu-se imediatamente que estava a ser filmado, interveio e imobilizou o individuo em questão, utilizando uma técnica que é conhecida por “mata leão”. Encontrava-se à civil, mas era um agente da autoridade. Se um representante da lei e da ordem lhe ordenou que interrompesse a filmagem, ele deveria ter obedecido a essa mesma ordem e ter terminado a gravação, mas não parou. E ainda mesmo depois de ter sido imobilizado pelo militar da GNR não deixou de filmar e fez questão de tudo tentar para filmar o rosto do militar.

Além de ser proibido filmar em qualquer instituição pública, é ainda expressamente proibido a filmagem de pessoas sem o seu consentimento ou autorização.

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Com a agravante da divulgação dessas mesmas filmagens em directo para uma rede social, podendo ser vistas por milhões de pessoas.

O militar da GNR, mesmo à civil, preocupou-se com o bem estar e segurança de todos aqueles que estavam no interior daquela repartição de finanças. Perante um indivíduo que aparentemente estava a desestabilizar o trabalho dos funcionários e a filmar quem lá estava, o militar apenas cumpriu o seu dever. Se Jair tivesse colaborado e acatado as ordens dadas pelo agente de autoridade, nada teria acontecido. Mas ele desobedeceu, e teve que ser imobilizado com recurso ao uso de alguma força. O militar, como estava sozinho, recorreu a uma técnica de imobilização específica que lhe permitiu imobilizar o indivíduo e efectuar a detenção do mesmo.

Segundo o que foi avançado pelo "Notícias ao Minuto", a GNR já confirmou a detenção do cidadão que teve uma atitude imprópria e ofensiva para com os funcionários das Finanças. Entretanto foi aberto um processo de inquérito para o apuramento de todos os factos e responsabilidades.

Atualização

Jair Costa ficou apenas com termo de identidade e residência e está indiciado pelos crimes de desobediência e coação de funcionário. #desordem #técnicas de imobilização