Apesar de terem que agir muitas vezes como se fossem feitos de aço, eles não são feitos de ferro, são apenas como nós, simples seres humanos. Eles não são máquinas, não são reprogramáveis e nem têm memória RAM que pode ser armazenada ou apagada quando o desejarem. Aliás, a memória, para alguns deles é adversa, pois existem recordações que os perseguem para a vida inteira e deixam marcas para sempre.

Diariamente vivem situações de extrema violência, de enorme perigosidade e muita tensão, sendo difícil, muitas vezes, gerirem as próprias emoções. Razão pela qual são obrigados a terem sangue frio, a serem determinados e racionais no cumprimento do dever, não deixando, no entanto, de possuírem igualmente emoções.

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Eles são homens e mulheres, que saem de casa todos os dias para mais um dia de combate contra o crime, mesmo desconhecendo se regressarão de novo a casa. Vestem uma farda, usam um crachá e representam a lei e a ordem. Eles são agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) e militares da Guarda Nacional Republicana (GNR).

Eles protegem e defendem pessoas e bens, mesmo que com o sacrifício da própria vida. Em nome da segurança pública, eles dão a vida se preciso for. Nos postos da GNR, nas esquadras da PSP, nas ruas, nos hospitais, nas casas, onde quer que sejam necessários, eles estão lá. Sempre que são solicitados, eles vão, mesmo não sabendo se regressam.

Muitas vezes trabalham mesmo sem equipamento de protecção adequado, tal como um colete balístico. Um colete parece algo banal, mas que pode fazer (e faz) toda a diferença entre a vida e a morte de um agente da PSP ou um militar da GNR.

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Com colete vestido pode ficar ferido, mas sem ele pode perder a vida.

#agentes da psp e #militares da gnr, os vulgarmente denominados patrulheiros, são na verdade sempre os primeiros a aparecer nas mais variadas ocorrências, desde simples furtos, a agressões, desacatos ou os mais complexos crimes, tais como homicídios. São aqueles que, com menos recursos, fazem muito mais no instante inicial de todas as ocorrências a que acorrem sempre prontamente. Também acorrem a muitos suicídios e a muitos casos de violência doméstica actualmente. E custe o que custar, quer os cidadãos gostem ou não, eles tudo farão para fazer cumprir a lei e para manter a ordem.

Andam todos com uma arma desde que começam a trabalhar, mas todos os elementos da #forças de segurança estão obrigados a cumprir sempre um rigoroso protocolo de segurança com diversos patamares para recorrerem ao uso da arma de fogo. E quando recorrem a ela, mesmo sendo o último dos recursos e em legítima defesa, acabam ainda com instauração de processos.

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Mas eles também possuem famílias, amigos e pessoas que amam muito, e que tantas vezes são privados da sua companhia, porque eles precisam ir proteger outras famílias. Os agentes de autoridade nunca deixam de ser os representantes da lei e da ordem, mesmo quando não se encontrem a trabalhar, pois até em período de férias ou mesmo em tempo de folga, são impelidos a agir em nome da ordem e da segurança pública nas mais variadas situações em que o crime impera.

Além dos próprios elementos da PSP e da GNR, também os seus familiares, muitas vezes, sofrem na pele ameaças de vingança e ofensas somente pelo facto de serem familiares de agentes da autoridade.