Apesar de tudo o que vai acontecendo por essa Europa fora, Portugal ainda se pode considerar um país seguro, e ainda continua a ser um pequeno jardim à beira mar plantado no que concerne à #Segurança pública. Para essa segurança, em muito contribuem duas das nossas maiores forças de segurança, a #Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR). A resposta a todas as situações de desordens, de desacatos, de tiroteios, de homicídios e de outros crimes similares, para os quais são constantemente solicitados, é sempre a mais rápida e célere. E tudo graças a um enorme brio profissional, a uma grande iniciativa e ao espírito de missão de todos agentes da PSP e militares da GNR.

Polícias são diariamente agredidos em Portugal

Mas o que diariamente se vai vendo é eles próprios a precisarem de ser protegidos e defendidos.

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E só porque vestem uma farda, usam um crachá e são polícias, quase todos os dias são agredidos, quer verbalmente como fisicamente. São polícias e não sacos de pancada e alvos de vinganças mesquinhas e covardes. Mas infelizmente é o que mais tem acontecido hoje em dia aos nossos polícias. Um dos últimos agentes da PSP a ser agredido estava de folga, foi violentamente e covardemente agredido por um grupo de indivíduos, e tão somente porque tinha detido há uns tempos atrás um conhecido desse mesmo grupo.

Os elementos das patrulhas (patrulheiros) são os que mais riscos correm

O perigo é real para todos eles, mas em especial para aqueles que fazem patrulhas apeadas ou em carro-patrulha, os vulgarmente chamados de patrulheiros. São esses homens e mulheres da PSP e GNR que dão a cara e acorrem às mais variadas situações sem possuírem informações daquilo que vão encontrar pela frente, sendo muitas vezes obrigados a improvisar, a decidir em segundos e a agir sob muito stress e tensão.

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Sendo variadas vezes obrigados a pedir reforços e a aguentar as situações de confronto e violência até esses mesmos reforços chegarem. Mas a diferença é que esses reforços chegam já com informações suficientes para delinear estratégias e um bom plano para que logo que cheguem ao local possam ajudar a controlar definitivamente a situação de conflito.

Se necessário for, os polícias dão a própria vida para proteger outras vidas

Assim que terminaram o curso, todos fizeram um juramento sob a bandeira portuguesa: juraram proteger e defender todos os cidadãos e bens mesmo que com o sacrifício da própria vida. Todos abraçaram mais do que uma profissão, abraçaram uma missão para a vida, a missão de fazer cumprir a lei, de manter a ordem e a segurança pública.

Eles muitas vezes dão o peito às balas, e qual seria o cidadão capaz de o fazer? Se preciso for, eles dão a própria vida para salvarem outras vidas que às vezes nem conhecem, e qual era o cidadão que daria a sua vida até mesmo por quem não conhece? Muito poucos ou nenhuns.

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Pois é, mas os polícias fazem isso e muitas vezes. E é por isso mesmo fica tão mal os cidadãos afirmarem algumas vezes que os polícias quando foram para a polícia já sabiam para onde iam, e que eles foram para lá porque quiseram.

Ser polícia é ter profissão de risco

Ser profissional das forças de segurança é sem duvida alguma ter uma profissão de risco, mas infelizmente o vencimento deles é que não é nada proporcional ao risco e à perigosidade que eles enfrentam todos os dias. Seria de todo justo e merecido que esses profissionais tivessem direito pelo menos ao subsídio de risco, uma vez que os riscos existem e são bem reais. E na realidade, todos eles, quer estejam em turno de serviço ou em tempo de folga ou mesmo em férias, nunca deixam de ser polícias. E é isso mesmo que faz com que o perigo nunca os abandone e esteja sempre presente para eles 24 horas por dia. #sociedade