Os agentes da Polícia de #Segurança Pública (PSP) e militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) têm por missão proteger e defender pessoas e bens, mesmo que com o sacrifício da própria vida. Eles sabem desde o início que têm pela frente uma dura missão, que tantas vezes é menosprezada e desvalorizada por aqueles que eles próprios protegem: a sociedade. Os agentes de autoridade trabalham 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Muitas vezes até realizam vários turnos seguidos, com noites e sem folgas.

Os polícias, mesmo de folga ou em férias, quando perante situações de perigo eminente ou risco imediato para os cidadãos, não vacilam e entram em campo para neutralizarem o agressor e ajudarem a suposta vítima.

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E mesmo que não estejam de serviço, eles tem que estar disponíveis para irem trabalhar sempre que necessário.

Na maior parte das vezes, eles passam mais tempo com os próprias colegas nas ruas, nas esquadras e postos, do que propriamente com a família e os amigos, passando tantas vezes a própria vida pessoal para um segundo plano.

Quantas vezes um polícia chegou demasiado tarde ao nascimento do seu filho porque estava a trabalhar? Ou então perdeu os seus primeiros passos ou até as suas primeiras palavras? Ou perdeu o casamento do irmão ou irmã porque não conseguiu mesmo uma troca? Tantos momentos únicos que eles perdem em família, para protegerem e defenderem outras famílias. Além de algumas (várias) vezes, também os familiares dos #policias ficarem em risco e ameaçados por vingança de alguém que um dia ele já deteve.

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A família é o pilar de sustentação para todos e para cada um de nós, e para os polícias também. O facto de passarem muitas noites fora, de nem sempre terem fins de semana, de nunca saberem a hora a que chegam, terem que prolongarem turnos por necessidade da missão, tudo isso leva a um desequilíbrio familiar muito grande, e que muitas vezes, com o passar do tempo, provoca enormes conflitos, o que leva a existirem também muitos divórcios nos polícias.

Isto para não falar também dos Natais e Passagens de Anos que passam a trabalhar, para que outros possam estar no aconchego do lar junto dos seus mais entes mais queridos em segurança nestas quadras festivas. Não sei se a maior parte das pessoas sabe, mas os polícias, por vezes, nem sequer uma dessas festas conseguem ter em família, pois passam o Natal e a Passagem de ano a trabalhar.

Eles são verdadeiros heróis, mesmo sem capa e sem espada. Eles são sempre a linha que separa o caos da ordem. Eles são os que se posicionam sempre na linha da frente no combate ao banditismo e ao crime.

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São aqueles que olham de frente para a morte sempre que lidam com um assassino. São os que em cada esquina podem encontrar a morte. São os que tantas vezes são agredidos no desempenho das suas funções. São os que capturam e dão ordem de prisão aos fora da lei e apoiam no imediato as vítimas. São aqueles que tantas vezes vêem os detidos a sair dos tribunais em liberdade antes mesmo deles terminarem as burocracias relativas à dita detenção, isto depois de uma noite a trabalhar e que continuou pela manhã dentro. É por isso de todo expectável que muitas vezes sequestionem se realmente vale a pena arriscarem a própria vida para deter os criminosos, se os tribunais os soltam de seguida.

Nos últimos dias muito se tem falado no uso das armas pelos polícias durante o desempenho das suas funções. Sempre que um agente da PSP ou um militar da GNR inicia a sua actividade como agente de autoridade, ele recebe uma arma. Arma essa que deverá ser usada em necessidade extrema, quando a vida do polícia ou de terceiros estiver em risco. E para a usar, precisa de seguir à risca um protocolo de segurança para o uso de armas de fogo, a que todos eles estão obrigados, sob pena de virem a ser penalizados severamente se não o fizerem.

Obviamente que nenhum polícia quando atira tem intenção de matar, quando atira é sempre para dissuadir e evitar que os suspeitos consigam realizar os seus intentos. O que nem sempre conseguem, pois os suspeitos persistem com os seus intentos e seguem em frente com as suas intenções criminosas, levando a que depois ocorram desfechos infelizes. #PSPeGNR