Revolta e indignação, são as palavras que neste momento ocorrem a todos os cidadãos de bem, no que às Forças de Segurança diga respeito. Porquê? Porque esses homens e mulheres tudo fazem para proteger pessoas e bens, e por vezes com o sacrifício da própria vida, e não vemos ninguém a protegê-los a eles!

Mas quantos mais terão que ser agredidos, ou mesmo abatidos, para que a profissão deles seja decididamente considerada profissão de risco? Porque o risco na vida deles está sempre presente e é bem real, estando eles no exercício da sua profissão ou não.

Militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) foram colocados na rua pelo Ministro da Administração Interna (MAI), por ironia o mesmo que os tutela, porque os mesmos incomodavam o seu cão.

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Eles que estavam lá destacados para fazerem a segurança dele...

Uma patrulha da GNR em Avanca foi agredida por 15 pessoas numa acção de fiscalização de trânsito. Os militares apenas estavam a fazer o trabalho deles e a fazerem cumprir as leis.

Um agente da Polícia de Segurança Pública (PSP), da esquadra do Bairro Alto, foi barbaramente agredido por um individuo que até já tinha antecedentes de agressões a polícias.

Um chefe da PSP foi agredido no interior da esquadra do Montijo ao tentar proteger uma mulher do próprio filho dela. Polícia esse que, naquele momento, até se encontrava sozinho dentro da esquadra.

E é importante realçar, que tudo isso aconteceu num espaço de 48 horas. O que torna tudo ainda muito mais preocupante esta onda de agressões contra os polícias.

Onda de violência sem fim à vista contra as forças de segurança

Tudo o que se passou nas últimas horas comprova que a justiça tem culpa (e muita) quando não pune e não condena aqueles que agridem os agentes da PSP e/ou os militares da GNR.

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Quem agrediu o agente da PSP da esquadra do Bairro Alto já tinha agredido #policias antes, e nada lhe aconteceu, a justiça não condenou e permitiu que ele continuasse a agredir.

Este sentimento de impunidade dos agressores não pode continuar; não podem agredir e continuar impunes e a ir embora. Devem é ficar mesmo em prisão preventiva a aguardarem julgamento.

Enquanto as punições não forem severas as agressões vão continuar, cada vez mais graves e mais violentas. Podendo mesmo chegarem a matar…

E de salientar ainda que os polícias nunca deverão ficar sozinhos nas patrulhas ou nas esquadras e postos onde prestam serviço, pois tornam-se alvos fáceis, muito mais vulneráveis e sem apoio nenhum. #sociedade #Violência