São os homens e mulheres que integram o Corpo da Guarda Prisional (CGP) que asseguram a vigilância e a #Segurança das #cadeias e outras instalações pertencentes aos serviços prisionais. A Guarda Prisional (GP) transporta e vigia reclusos, e possui a custódia dos detidos fora dos estabelecimentos. Nos serviços centrais, no Grupo de Intervenção e Segurança Prisional, Estabelecimentos Prisionais Centrais e Estabelecimentos Prisionais Especiais, um guarda prisional é chefiado por um comissário, enquanto nos Estabelecimentos regionais e no Grupo operacional Cinotécnico, é um chefe ou chefe principal que o chefia. E um chefe dentro de um estabelecimento prisional por sua vez é chefiado por um director prisional.

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Na Guarda Prisional, tal como na Policia de Segurança Pública (PSP) e na Guarda Nacional Republicana (GNR), também existe o Grupo Operacional Cinotécnico (GOC). Grupo esse que é devidamente preparado para usar canídeos em patrulha, na manutenção ou reposição da ordem prisional e detecção de substâncias e objectos ilícitos.

Mas a Guarda Prisional tem ainda um grupo muito próprio e específico, que já é considerado como de elite. Trata-se do Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GISP). É um grupo de operações especiais, que funciona à ordem do Director-Geral. Inclui unidades tácticas, designadas esquadrões de intervenção e segurança, que são solicitadas para o transporte de reclusos considerados perigosos e ainda em outras missões mais complexas e arriscadas.

Os #guardas prisionais atravessam actualmente uma fase problemática, com problemas em tudo muito semelhantes aos das restantes forças de segurança, em especial a PSP e a GNR.

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Encontram-se igualmente em números bastante reduzidos, e nem de longe são suficientes para cobrirem as necessidades que existem, conforme já várias vezes podemos verificar na comunicação social. As condições em que trabalham também nem sempre serão as melhores, e por vezes a sua segurança pode até mesmo ficar em risco.

O perigo e a ameaça para os guardas prisionais no interior das cadeias também estão muito presentes e são bem reais. Quantas vezes ocorrem amotinações dos reclusos e outros desacatos e desordens, e eles têm que intervir para dissiparem a desordem e reporem a ordem. Já para não falar das fugas dos detidos, que quando acontecem, acabam por exigir dos guardas o prolongamento das suas horas de trabalho por tempo indeterminado, ou até até a próxima rendição ser possível.

Os vencimentos deles também em nada cobrem todos os riscos que eles correm no interior das cadeias onde prestam serviço 24 horas por dia, durante os 7 dias da semana , ao longo dos 365 dias do ano. Tal como os seus colegas da PSP e da GNR, trabalham por turnos, fazem noites (excluindo as guardas femininas que trabalham em cadeias de homens) e passam as festividades, como a Páscoa, o Natal e afins, longe das famílias e dos amigos.

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Também eles saem de casa todos os dias para irem trabalham e desconhecem se regressam, todos eles têm um horário de entrada mas nem sempre o de saída é certo.