Um militar da GNR foi atropelado durante uma operação STOP realizada pela Guarda Nacional Republicana (GNR) nesta quinta-feira (14 de Dezembro), na estrada nacional 252, em Pinhal Novo, do concelho de Palmela. O profissional da Guarda que foi atropelado fazia, na altura, parte do efectivo que realizava a operação policial em questão. O condutor da viatura envolvida no acidente permaneceu sempre no local.

O militar da GNR sofreu ferimentos graves, pelo que foi assistido prontamente no local, tendo sido transportado posteriormente para o hospital, onde recebeu tratamento médico adequado. Devido à natureza e gravidade das lesões sofridas, necessitou mesmo de ficar internado naquela unidade hospitalar.

A GNR, de imediato, iniciou as investigações para o apuramento de todos os factos e responsabilidades. Segundo o que o “Observador” avançou na sua edição informativa de quinta-feira, tudo indica que se tenha mesmo tratado de um mero acidente, mas todas as possibilidades estão ainda em cima da mesa. Resta agora esperar pelo desenvolvimento das investigações para que o responsável responda e seja responsabilizado pelos seus actos.

No local estiveram presentes aproximadamente 20 elementos das organizações de socorro e nove viaturas de apoio do Comando distrital de operações de socorro de Setúbal.

Uma vez mais fica comprovado a perigosidade e o risco que todos estes profissionais da GNR correm durante o exercício das suas funções. Tal como também, todos os agentes da #Polícia de #Segurança Pública (PSP).

Quase diariamente, homens e mulheres da GNR e da PSP sofrem agressões verbais e físicas durante o cumprimento do dever. Neste caso, foi um atropelamento, que se espera não se venha a revelar fatal para o militar da GNR, uma vez que ficou em estado considerado grave.

Todos aqueles que tem como primordial missão proteger e defender pessoas e bens, mesmo que com o sacrifício da própria vida, deveriam ver imediatamente a profissão deles reconhecida oficialmente como profissão de risco.

Apesar das agressões, dos atropelamentos, das perseguições policiais apeadas e em carros patrulha, e tiroteios que os elementos da GNR e da PSP muitas vezes enfrentam, quando ao fim do dia podem dormir, acordam sempre no dia seguinte determinados a enfrentar mais um dia a combater o crime sabendo que saem de casa e que podem não mais regressar.

Eles quando vão para uma ocorrência, sabem que podem não regressar mas vão na mesma, e sempre que regressam, fazem-no com a consciência do dever cumprido. #GNRePSP