De acordo com o Fórum Europeu da Juventude, terminou já a fase de candidaturas às cidades europeias que queiram concorrer à organização da Capital da Juventude em 2018. Portugal também o fez, e apresentou três cidades portuguesas: Angra do Heroísmo, Cascais e Coimbra. Assim, são 20 as cidades que concorreram à organização do evento, ficando a saber no próximo dia 29 de Abril quais são os cinco destinos finalistas, sendo que o vencedor só será conhecido em Novembro, ainda sem data definida, em Ganja, no Azerbaijão, capital organizadora em 2016.

De frisar que as cidades envolvidas dizem respeito a países como Turquia, Reino Unido, Chipre, Itália, França, Eslováquia, Ucrânia, Hungria, Sérvia, Polónia, Geórgia e Portugal.

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O título de Capital Europeia da Juventude é uma menção anual a uma cidade europeia que deve demonstrar, durante esse ano, o desenvolvimento social, cultural, político e económico relacionado com os jovens, assentando em três pontos: desenvolvimento integral dos jovens; reflexão dos jovens sobre o futuro das suas cidades; e dimensão europeia e internacional do evento.

Este evento começou a ser organizado em 2009, pelo Fórum Europeu da Juventude, e passou já por cidades como Roterdão, Turim, Antuérpia, Braga, Maribor e Salonica. Em 2015 será organizado na Roménia, na cidade de Cluj. O lema escolhido para este ano dedicado à juventude foi "partilhar", quer seja poder, trabalho, cultura, felicidade ou responsabilidade. Nos anos seguintes os organizadores do evento serão Ganja, Azerbaijão e Vanna, na Bulgária, em 2016 e 2017, respectivamente.

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Portugal possuiu já uma Capital Europeia da Juventude. Em 2012 a cidade minhota de Braga concorreu ao evento, derrotando na final duas cidades da Grécia. Durante a selecção, a região assegurou que cerca de 80 mil dos seus habitantes tinham menos de 35 anos, e, na verdade, esta é a capital de distrito mais jovem do país, recebendo ainda mais de 15 mil jovens que frequentam a Universidade do Minho. Nesse mesmo ano a cidade vizinha de Guimarães organizou também a Capital Europeia da Cultura, numa mistura de actividades, workshops e seminários que em muito desenvolveram o nosso país.