Sim, parece ser verdade. Os resultados divulgados esta terça-feira, 10 de Março, pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) revelam a situação favorável para o nosso país, ao qual se seguem países como a Espanha, a Polónia e a Irlanda, com uma descida na taxa de #Desemprego de 0,2 pontos percentuais. Portugal lidera com uma queda de 0,3 pontos percentuais, em dados referentes ao passado mês de Janeiro.

Sendo assim, encontramo-nos actualmente nos seguintes números de desemprego da população activa mundial: Portugal está nos 13,3%, a Polónia nos 8% e a Irlanda nos 10%. Na outra extremidade encontra-se a Grécia, com uma taxa de desemprego de 25,8% (referente ao passado mês de Novembro, última actualização do país) e a nossa vizinha Espanha, nos 23,4%.

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A Grécia continua, assim, à frente na corrida do desemprego, dentre os 34 países que fazem parte da organização internacional que, entre outros objectivos, procura o constante crescimento de emprego dos seus países membros.

Voltando a números mais baixos, a Itália desceu 0,1 pontos, para 12,6%. A Eslováquia mantém os seus 12,5%. E a Alemanha continua a ser o país de sonho com a sua percentagem de desemprego nos 4,7%. Fora da Europa, a taxa nos Estados Unidos encontra-se nos 5,5%. E os países com as mais baixas taxas são o México (4,4%), a Coreia do Sul (3,4%) e o Japão (3,6%). No conjunto dos membros europeus da OCDE a taxa de desemprego diminui para 11,2% (decréscimo de 0,1 pontos).

A crise que ainda permanece por todo o mundo continua assim a manter 43,1 milhões de pessoas desempregadas: apesar de tudo, uma queda.

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Para a população mais jovem (até aos 24 anos) a situação de desemprego desceu para os 14,4%, num total da OCDE.

Estes dados aparentam uma possível esperança, se bem que não são necessariamente muito visíveis no quotidiano da população portuguesa. Países como a Alemanha e Reino Unido continuam a estar na mente de muitos jovens como o rumo a dar ao seu futuro profissional. E o mesmo acontece com a população mais velha, que já emigrou ou continua a emigrar. É sabido que "nos últimos anos, a emigração portuguesa atingiu números que ultrapassam o máximo histórico registado no final dos anos 60, em plena guerra colonial. Desde 2010, mais de 200 mil portugueses, entre os 20 e os 40 anos, deixaram oficialmente o país", revelou o jornal "Público" num artigo que remonta a Novembro de 2014. Mas se supostamente os números são uma ciência exacta, como se diz, aguarda-se um presente um pouco melhor para os portugueses.