O antigo ministro da Cultura, Manuel Maria Carrilho foi acusado esta segunda-feira, dia 27 de Abril, do crime de difamação. A queixa foi imposta pelo ex-padrasto da apresentadora Bárbara Guimarães, Carlos Teixeira Pinto, uma vez que as declarações do antigo ministro o culpavam do acto de violação. A sentença que acabou por culpar o antigo marido de Bárbara Guimarães foi lida ontem à tarde no Campus da #Justiça em Lisboa. Carrilho terá então de pagar uma multa no valor de 6400 euros e ainda uma indemnização a Carlos Pinto, por danos morais, no valor de 25 mil euros.

Este caso remonta ao ano de 2013, quando o professor universitário de filosofia, prestes a divorciar-se da estrela da SIC, acusou publicamente o médico Carlos Pinto de que este teria tentado violar a apresentadora, e que ela própria o havia afirmado por diversas vezes.

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Com isto o ex-padrasto apresentou de imediato queixa afirmando que Carrilho o difamou e ofendeu a sua dignidade.

Carrilho, que na altura afirmava que Bárbara havia saído de casa aos 18 anos "porque o marido da mãe a tentava violar", começou logo a primeira sessão em tribunal a pedir desculpa e a mostrar arrependimento em ter proferido tais declarações. Também Bárbara Guimarães acabou por se sentar no banco das testemunhas, assegurando ao juiz que nunca foi abusada pelo padrasto.

Casados desde 2001, os problemas matrimoniais terão começado cerca de 10 anos depois, com o aumentar das discussões que terminaram em agressões físicas por parte do antigo titular da pasta da cultura. De recordar que a apresentadora esteve algum tempo afastada dos ecrãs e mesmo assim quando voltou ainda se viam alguns hematomas.

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Nas queixas que Bárbara apresentou contra o político podem ler-se algumas acusações de agressões psicológicas e físicas e até mesmo ameaças de morte, a ela e aos filhos em comum. Além disso surgiram ainda notícias de que Carrilho havia fotografado a apresentadora no banho com o intuito de colocar as suas fotos em sites pornográficos.

Agora, o antigo ministro acabou por ser acusado em três dos sete crimes de difamação que existiam contra si. #Famosos