João Barata, o homem que aos 33 anos esfaqueou o filho de apenas seis meses no peito para ver a companheira sofrer, vai aguardar julgamento em prisão preventiva, de acordo com a decisão do juiz de instrução do Tribunal de Cascais. Na passada quarta-feira, dia 8 de Abril, a população de Linda-a-Velha, em Oeiras, terá ficado em choque quando tomou conhecimento que um homem, João Barata, teve a coragem de matar o seu próprio filho, Henrique, com uma faca. Por se encontrar desempregado, o homem ficava encarregue de tomar conta da criança, contudo os problemas de álcool e as discussões com a companheira, Lúcia Ferreira, mãe da criança, terão contribuído para que o levassem a concretizar este acto.

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De acordo com as informações disponíveis, o homem dirigiu-se ao café mais próximo e ligado, de um telemóvel de um cliente do estabelecimento, à mãe da criança a informar que iria matar o menor. Segundo o dono do telemóvel, João Barata terá dito que «agora vão ligar para ti. Se tu contas onde estou, que eu matei o meu filho, eu mato-te».

O acto de João Barata terá mesmo chegado ao ponto de fotografar o pequeno Henrique depois de morto e enviar as fotos para a Lúcia. Quando as autoridades chegaram ao local, o autor do #Crime foi rapidamente capturado, sendo que já durante o dia de ontem, 9 de Abril, foi presente ao colectivo de juízes para interrogatório no Tribunal de Cascais. Já hoje, sexta-feira, ao final da manhã foram lidas à porta do estabelecimento e assim conhecidas as medidas de coacção impostas, sendo que o arguido irá esperar pelo julgamento em prisão preventiva, possivelmente na prisão de Caxias.

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Caso João Barata venha a ser considerado culpado arrisca a cumprir a pena maioritária no sistema judicial português, 25 anos de prisão.

Apesar de os vizinhos assegurarem que ouviram inúmeras discussões e alertarem para um possível caso de violência doméstica, o menor que foi encontrado morto não estava identificado na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens como sendo vítima de maus tratos. #Justiça